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Ibovespa reage e fecha em alta de 0,46%; dólar recua a R$ 5,21

Bolsa brasileira descolou do exterior com apoio de bancos e Petrobras;

Mercado financeiro: Ibovespa vira e fecha o dia em alta (d3sign/Getty Images)

Mercado financeiro: Ibovespa vira e fecha o dia em alta (d3sign/Getty Images)

Mitchel Diniz
Mitchel Diniz

Editor de Invest

Publicado em 29 de setembro de 2026 às 17h33.

Última atualização em 29 de setembro de 2026 às 18h02.

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O Ibovespa interrompeu uma sequência de quatro sessões seguidas de baixa nesta terça-feira, 29. Entre as ações de peso do índice, o destaque positivo ficou com os bancos e empresas do setor financeiro. Os papéis do Itaú (ITUB4) se sobressaíram, com alta de 1,34%. Os papéis da Petrobras também contribuíram com a virada do benchmark, que chegou a operar no vermelho no período da manhã. As ações preferenciais da estatal (PETR4) subiram 0,78%.

Com isso, o Ibovespa fechou em alta de 0,46%, aos 183.827 pontos. As ações da Azzas 2154 tiveram a maior alta da carteira, fechando com valorização de 10,5%. Os ativos operam sob a perspectiva da reorganização societária que vai separar Arezzo e Soma, além da venda Farm.

Na ponta oposta, os papéis da CSNA (CSNA3) e de sua controlada CSN Mineração (CMIN3) caíram 9,85% e 5,74% respectivamente. A companhia reduziu as projeções de vendas e, por outro lado, revisou custos para cima.

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No mercado de câmbio, o dólar deu uma trégua ao movimento de alta, mas segue acima de R$ 5,20. Nesta terça, fechou em baixa de 0,16%, a R$ 5,21. No exterior, o dia foi positivo para a moeda americana, que operou na contramão do petróleo. O WTI, produzido nos Estados Unidos, recuava quase 4% no after hours. O Brent, caía 2,7%, a US$ 102,44.

Ao contrário do Brasil, as bolsas em Wall Street fecharam com perdas moderadas. O S&P 500 recuou 0,17%, enquanto o Down Jones caiu 0,26% e o Nasdaq, praticamente estável, teve um leve recuo de 0,09%. O rendimento dos títulos do Tesouro americano continuam em alta, sinalizando que o mercado aposta em uma alta de juros pelo Federal Reserve, o que reduz o apetite por ativos de risco.

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