Sam Altman: CEO da OpenAI afirmou que o IPO da empresa provavelmente ocorrerá apenas no próximo ano (OpenAI/Reprodução)
Estagiária de jornalismo
Publicado em 29 de setembro de 2026 às 17h57.
A OpenAI negocia uma rodada de pelo menos US$ 30 bilhões que pode avaliar a empresa em US$ 1,4 trilhão, segundo a Bloomberg. A captação deve servir de ponte até o IPO, que o CEO Sam Altman disse não pretender fazer neste ano, citando preocupações com segurança. Enquanto isso, a empresa disputa clientes corporativos com a Anthropic, que pode abrir capital a partir de meados de outubro, de acordo com a Reuters.
A OpenAI, dona do ChatGPT, deve ser avaliada em US$ 1,4 trilhão após uma rodada de investimentos na qual a empresa pretende captar pelo menos US$ 30 bilhões com investidores. Segundo a Bloomberg, o objetivo do CEO da companhia, Sam Altman, é atingir esse valor para entrar no seleto grupo dos IPOs trilionários, como foi o caso da SpaceX, avaliada em US$ 1,77 trilhão no momento da abertura de capital.
Recentemente, Altman afirmou que a OpenAI não se tornaria pública ainda neste ano por preocupações com os riscos que a tecnologia poderia causar à humanidade. "Na verdade, acho que, considerando tudo o que está acontecendo com a segurança, agora seria um momento imprudente para tornar isso público, e não sentimos pressão para tal", disse o CEO ao site Fortune.
Nos bastidores, a empresa busca fortalecer sua presença no atual mercado de IA, sobretudo com a ascensão da Anthropic como forte concorrente na corrida para Wall Street.
As negociações ainda estão em estágio inicial e podem mudar. De acordo com a Bloomberg, a demanda pela rodada está sendo liderada pelos próprios investidores, em meio ao forte crescimento da receita da companhia.
Ainda segundo a Bloomberg, o ritmo anualizado de faturamento da companhia ultrapassou US$ 40 bilhões em agosto. Uma das fontes ouvidas pelo site americano afirmou que a receita anualizada cresceu 70% desde julho.
A rodada deve funcionar como uma captação-ponte, fornecendo recursos adicionais à empresa enquanto o IPO não acontece. Em março, a OpenAI havia levantado US$ 122 bilhões a uma avaliação de US$ 852 bilhões, incluindo o dinheiro captado.
Enquanto posterga o IPO, a OpenAI mantém uma disputa pela expansão de sua receita e pela conquista de clientes corporativos. As duas empresas já apresentaram documentos confidenciais para uma futura abertura de capital.
A Anthropic, segundo a Reuters, pode abrir capital em meados de outubro, no mínimo, e concluir a listagem antes das eleições legislativas americanas de novembro.
A OpenAI também tenta ampliar sua atuação no mercado de agentes de IA, sistemas capazes de executar tarefas mais complexas para os usuários. No evento para desenvolvedores realizado nesta terça-feira, a companhia apresentou o Dots, um agente de IA que funciona continuamente e deve competir com produtos como o Muse, da Meta.
A empresa ainda lançou um novo plano de assinatura de US$ 500, com limites de uso mais altos e processamento mais rápido, além de alterar os limites do plano de US$ 200.
A OpenAI deve ser avaliada em US$ 1,4 trilhão após uma rodada em que pretende captar pelo menos US$ 30 bilhões, segundo a Bloomberg. As negociações ainda estão em estágio inicial e podem mudar.
A OpenAI não tem data para o IPO. Sam Altman, CEO da empresa, disse ao site Fortune que a OpenAI não abriria capital neste ano, por preocupações com segurança. A nova rodada deve funcionar como uma captação-ponte até a abertura de capital.
O ritmo anualizado de faturamento da OpenAI ultrapassou US$ 40 bilhões em agosto, segundo a Bloomberg. Uma fonte ouvida pela agência afirmou que a receita anualizada cresceu 70% desde julho.
Em março, a OpenAI levantou US$ 122 bilhões a uma avaliação de US$ 852 bilhões, incluindo o dinheiro captado.
A Anthropic pode abrir capital a partir de meados de outubro e concluir a listagem antes das eleições legislativas americanas de novembro, segundo a Reuters. A OpenAI e a Anthropic já apresentaram documentos confidenciais para uma futura abertura de capital.
A OpenAI apresentou os dots, agentes de IA que funcionam continuamente e devem competir com produtos como o Muse, da Meta. A empresa também lançou um plano de assinatura de US$ 500, com limites de uso mais altos e processamento mais rápido, e alterou os limites do plano de US$ 200.