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Dólar hoje: fechou em queda com IPCA-15, Índice de Evolução de Emprego do CAGED e CB dos EUA

A moeda americana fechou em queda com o mercado interno repercutindo o IPCA-15, o Índice de Evolução de Emprego do CAGED e os dados de Confiança do Consumidor CB nos Estados Unidos

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Moeda americana pode encerrar a sexta com queda pela sexta semana  consecutiva (Itaci Batista/Estadão Conteúdo)

Moeda americana pode encerrar a sexta com queda pela sexta semana consecutiva (Itaci Batista/Estadão Conteúdo)

O dólar hoje, 28, fechou em queda de 0,57% a R$4,871, após a divulgação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), indicador antecipado da inflação oficial do mês, que apresentou um aumento de 0,33% em novembro, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os investidores estão reagindo à divulgação do Índice de Evolução de Emprego do CAGED de outubro, que gerou um saldo líquido de emprego formal de 190,3 mil em outubro. Paralelamente, dados do exterior, como o Índice de Confiança do Consumidor dos Estados Unidos, que subiu de 99,1 em outubro para 102,0 em novembro, também estão no radar do mercado.

Quanto está o dólar hoje?

O dólar comercial hoje fechou em queda, a R$ 4,871. Nas casas de câmbio, o dólar turismo está sendo cotado a R$4,960. Na última segunda-feira, a moeda americana fechou perto da estabilidade, com alta de 0,03% a R$ 4,899.

Cotação do dólar

Dólar comercial

  • Venda: R$ 4,872
  • Compra: R$ 4,871

Dólar turismo

  • Venda: R$ 5,079
  • Compra: R$4,960

          O que move o mercado?

          • IPCA-15 Desaceleração Antecipada: Os investidores aguardam a divulgação do IPCA-15 da primeira quinzena de novembro, prevendo uma desaceleração de 0,21% para 0,30%, impactando as expectativas de inflação e políticas monetárias.
          • Mudanças no GetNinjas: Eduardo Orlando L'Hotellier, fundador do GetNinjas (NINJ3), foi destituído do cargo de CEO, substituído por Leonardo Luiz Meneses Pereira, e também houve mudança no cargo de CFO, com a entrada de Fabiana Franco.
          • Transformação do Carrefour Brasil: O Grupo Carrefour Brasil (CRFB3) planeja converter 40 hipermercados em lojas Atacadão e Sam's Club entre 2024 e 2026, sendo metade dessa transformação prevista para o próximo ano. As projeções incluem a abertura de 10-12 lojas Atacadão e 7-9 lojas Sam's Club em 2024, com gastos de capital estimados entre R$ 2,3 bilhões e R$ 2,6 bilhões.

          Qual a diferença do dólar comercial para o dólar turismo?

          dólar comercial trata-se de milhares de dólares em transação no mercado de câmbio. Isso computa exportações, importações, transferências financeiras milionárias e que normalmente são feitas por grandes empresas e bancos.

          Já o dólar turismo é comprado por pessoas físicas, normalmente em casas de câmbio, em menores quantidades para viagens ou até passado no cartão de crédito.

          Por que o dólar turismo é mais caro?

          cotação do dólar turismo é mais cara, pois são compras muito menores do câmbio, ao contrário das transações feitas por grandes empresas e instituições. Logo, seu custo operacional com transporte de notas e taxa de corretoras ficam mais alto.

          Por que o dólar cai?

          Basicamente, o preço em relação ao real é calculado em função da disponibilidade de dólares no mercado brasileiro. Ou, seja, quando há uma grande quantidade de moeda norte-americana no país, a tendência é que o preço dela caia em relação ao real, já a baixa disponibilidade da moeda, por outro lado, faz com que o câmbio norte-americano se valorize em relação a nossa moeda.

          Banco Central também tem o poder intervir na cotação. Quando a moeda americana dispara, é comum que o órgão use parte de sua reserva para injetar dólares na economia. Com mais disponibilidade, a cotação da moeda americana tende a cair.

          Quais os impactos da queda do dólar?

          A queda do dólar frente ao real traz impactos significativos para a economia brasileira. Entre os principais efeitos estão:

          • Exportações: Com um real mais valorizado, as exportações brasileiras tornam-se mais competitivas, impulsionando o setor e favorecendo a balança comercial.
          • Inflação: Uma cotação do dólar mais baixa pode ajudar a conter a inflação, uma vez que reduz o custo de importação de produtos.
          • Investimentos estrangeiros: Um real mais forte pode atrair investimentos estrangeiros para o país, impulsionando a economia e estimulando o crescimento de diversos setores.

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