Mercados

Dólar comercial sobe 0,18% e fecha a R$ 1,67

Por Silvana Rocha São Paulo - O dólar comercial subiu 0,18% hoje e fechou as negociações no mercado interbancário de câmbio cotado a R$ 1,67. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) o dólar à vista avançou 0,17% para R$ 1,6698. O euro comercial caiu 0,91% e fechou a R$ 2,277. No câmbio turismo, o […]

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 3 de fevereiro de 2011 às 16h11.

Por Silvana Rocha

São Paulo - O dólar comercial subiu 0,18% hoje e fechou as negociações no mercado interbancário de câmbio cotado a R$ 1,67. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) o dólar à vista avançou 0,17% para R$ 1,6698. O euro comercial caiu 0,91% e fechou a R$ 2,277. No câmbio turismo, o dólar valorizou 1,55%, cotado em média a R$ 1,77 na venda e R$ 1,673 na compra. O euro turismo subiu 1,39% para R$ 2,403 (venda) e R$ 2,257 (compra).

O acirramento da tensão política no Egito, novos dados positivos da economia dos EUA e a sinalização do Banco Central Europeu (BCE) de que os juros não devem subir no curto prazo, apesar da alta da inflação na zona do euro, favoreceram a continuidade da valorização do dólar no mercado internacional de moedas. À tarde, o discurso sobre a economia do presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano), Ben Bernanke, não alterou a trajetória de alta da moeda norte-americana ante o euro, enquanto no mercado doméstico a divisa manteve-se com leve ganho sobre o real.

Ben Bernanke disse que a recuperação da economia dos EUA deve ganhar força neste ano, embora o nível elevado de desemprego e a inflação baixa demonstrem que há necessidade de apoio contínuo do banco central. Citando dados recentes que mostraram um aumento generalizado nos gastos dos consumidores e um declínio no número de pedidos de auxílio-desemprego, Bernanke disse também que, neste ano, a economia deve crescer num ritmo mais acelerado do que o registrado em 2010.

Essas palavras foram interpretadas por operadores de câmbio como sinalização de que os juros devem continuar baixos nos EUA e a política de afrouxamento quantitativo deve ser mantida ainda por um bom tempo. Segundo um operador de uma corretora, o dólar no câmbio doméstico teve ganho mais modesto em relação ao movimento externo, porque os agentes sabem que os fundamentos positivos do País continuam atraindo recursos estrangeiros e assegurando captações privadas e lançamentos de ações, que reforçam a possibilidade de desvalorização futura das cotações.

Acompanhe tudo sobre:[]

Mais de Mercados

Como consultar o primeiro lote de restituição do imposto de renda 2026

'Quero Anbima mais compatível com realidade do mercado', diz novo presidente da entidade

Copa deve aquecer consumo no Brasil mesmo com Selic em 14,5%, diz estudo

Ibovespa abre semana em queda com pressão de Petrobras; dólar também cai