Mercados

CVM aprova termo de compromisso de Santander Asset

Segundo a CVM, o Santander e sua diretora não atuaram com cuidado e diligência na defesa dos direitos e interesses dos cotistas, ao manter elevada taxa de administração


	Santander: além do pagamento de R$ 250 mil cada um, os acusados propuseram encaminhar uma carta aos cotistas do fundo 
 (Pedro Armestre/AFP)

Santander: além do pagamento de R$ 250 mil cada um, os acusados propuseram encaminhar uma carta aos cotistas do fundo  (Pedro Armestre/AFP)

DR

Da Redação

Publicado em 10 de janeiro de 2013 às 11h36.

Rio de Janeiro - A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aprovou um termo de compromisso de R$ 500 mil proposto por Santander Brasil Asset Management DTVM e Luciane Ribeiro, diretora responsável pela prestação de serviços de administração de valores mobiliários da Santander Asset.

A instituição e a executiva foram acusadas de não terem cumprido a política de investimento constante no regulamento e no prospecto do Santander Fundo de Investimento em Cotas de Fundos de Investimento FAFEM Referenciado DI, como determina a Instrução CVM nº 409/04.

Segundo a CVM, o Santander e sua diretora também não atuaram com cuidado e diligência na defesa dos direitos e interesses dos cotistas, ao manter uma elevada taxa de administração (entre 6,1% e 6,5% ao ano), em comparação às taxas geralmente observadas no mercado.

Assim, contribuíram de forma significativa para que os rendimentos do fundo, administrado e gerido pela Santander Asset, se afastassem de seu referencial.

Além do pagamento de R$ 250 mil cada um, os acusados propuseram também encaminhar uma carta aos cotistas do fundo comparando a taxa de administração e a rentabilidade do fundo com a poupança e com a taxa média divulgada pela Anbima.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasSantanderBancosEmpresas espanholasB3bolsas-de-valoresCVM

Mais de Mercados

Bolsa da Coreia para após tombo histórico de 12% com tensão no Irã

O que o CEO do maior banco dos EUA espera do conflito no Irã

Mercados asiáticos têm maior queda em um ano com tensão no Irã

Crise no Irã faz bolsas globais apagarem ganhos — mas não o Ibovespa