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Bovespa segue em queda pressionada por Petrobras e bancos

A pressão negativa é exercida, principalmente, pelos papeis da Petrobras e de bancos, rebaixados pela agência de classificação de risco Standard & Poor's


	Bovespa: a pressão negativa é exercida, principalmente, pelos papeis da Petrobras e de bancos, rebaixados pela Standard & Poor's
 (Paulo Fridman/Bloomberg News)

Bovespa: a pressão negativa é exercida, principalmente, pelos papeis da Petrobras e de bancos, rebaixados pela Standard & Poor's (Paulo Fridman/Bloomberg News)

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Da Redação

Publicado em 11 de setembro de 2015 às 11h36.

São Paulo - A Bovespa abriu nesta sexta-feira, 11, em leve queda, oscilou entre os sinais negativo e positivo e, depois da abertura das bolsas em NY, aprofundou a perda.

A pressão negativa é exercida, principalmente, pelos papeis da Petrobras e de bancos, rebaixados na quinta-feira, 10, pela agência de classificação de risco Standard & Poor's.

A ação de rating aconteceu a reboque do rebaixamento da nota soberana do Brasil. O Ibovespa só não cai mais por conta de algumas blue chips, como Vale ON que sobe mais de 2%.

O Ibovespa renovou a pontuação mínima depois da abertura das bolsas em Nova York. Às 10h33, caía 0,70% aos 46.177 pontos.

Em seguida, reduziu o ritmo de desvalorização. Às 10h44, caía 0,19% aos 46.417,72 pontos, ainda que longe da máxima da sessão (46.558 pontos em alta de 0,12%).

Perto das 10h40, a ação preferencial da Usiminas liderava o ranking das maiores altas do Ibovespa. Como mostrou o Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, o movimento de alta hoje é uma continuação do comportamento visto na quinta.

A ação registra ganho de 4,95%.

Ontem, a Justiça de Minas Gerais proferiu decisão a favor do empresário Lirio Parisotto, acionista minoritário da Usiminas, que poderá assumir o posto de conselheiro da siderúrgica, cinco meses após sua eleição. Segundo operadores, o cenário externo também contribui para a alta.

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