Mercados

Bolsas fecham sem direção comum com possível rejeição grega

Alexis Tsipras deve formar o primeiro governo da zona do euro abertamente contra as condições de resgate impostas pela UE e pelo FMI durante a crise econômica


	Alexis Tsipras deve formar o primeiro governo da zona do euro abertamente contra as condições de resgate impostas pela UE e pelo FMI durante a crise econômica
 (REUTERS/Marko Djurica)

Alexis Tsipras deve formar o primeiro governo da zona do euro abertamente contra as condições de resgate impostas pela UE e pelo FMI durante a crise econômica (REUTERS/Marko Djurica)

DR

Da Redação

Publicado em 26 de janeiro de 2015 às 08h09.

Tóquio - As ações asiáticas fecharam sem direção comum nesta segunda-feira depois que o partido grego Syriza prometeu voltar atrás com as medidas de austeridade depois de garantir a vitória em eleição parlamentar, colocando Atenas em rota de colisão com credores internacionais.

Em meio às crescente preocupações de que os resultados da eleição grega poderia levar a renovadas instabilidades na Europa, o índice MSCI que reúne ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão recuava 0,11 por cento às 7h33 (horário de Brasília).

O índice japonês Nikkei fechou com queda de 0,25 por cento.

O líder do Syriza, Alexis Tsipras, deve formar o primeiro governo da zona do euro abertamente contra as condições de resgate impostas pela União Europeia e pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) durante a crise econômica.

Renegociar com outros governos da zona do euro pode até mesmo levantar o risco de a Grécia enventualmente deixar a união monetária, embora a maioria dos players do mercado espere que Tsipras se comprometa a evitar a saída grega.

Acompanhe tudo sobre:ÁsiaEuropaPiigsbolsas-de-valoresAçõesGréciaCrise grega

Mais de Mercados

Petróleo sobe de forma contida mesmo com nova escalada de conflitos no Oriente Médio

Dona do Ozempic processa fabricante do Mounjaro por propaganda enganosa

General Motors projeta lucro de até US$ 16 bilhões no ano após superar estimativas no 2º tri

Por que o CEO do JP Morgan diz que não compraria ações nem títulos hoje