Mercados

Bolsas de NY abrem em alta com notícias positivas

Nova York - As bolsas de Nova York abriram hoje com ganhos. Às 12h32 (de Brasília), o índice Dow Jones subia 0,35%; o S&P 500 tinha alta de 0,34% e o Nasdaq avançava 0,14%. Parte do fôlego vem de notícias de que o Banco Central Europeu (BCE) comprou bônus da Espanha e da Itália nesta […]

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 18 de novembro de 2011 às 12h22.

Nova York - As bolsas de Nova York abriram hoje com ganhos. Às 12h32 (de Brasília), o índice Dow Jones subia 0,35%; o S&P 500 tinha alta de 0,34% e o Nasdaq avançava 0,14%.

Parte do fôlego vem de notícias de que o Banco Central Europeu (BCE) comprou bônus da Espanha e da Itália nesta sexta-feira "em pequenas quantidades". No início da manhã, o yield (retorno ao investidor) do bônus de 10 anos da Itália recuava para 6,74% e o do bônus de dois anos cedia para 6%. O yield do bônus de dois anos da Espanha declinava para 5,31% e o do bônus de 10 anos tinha queda para 6,41%.

Além disso, há notícias de que ganha coro a proposta de o BCE emprestar dinheiro para que o Fundo Monetário Internacional (FMI) possa socorrer países da zona do euro e algum anúncio nesse sentido poderia sair na reunião de cúpula da União Europeia em 9 de dezembro.

Nos Estados Unidos, o foco já está na próxima semana, no dia 23, que é a data limite para o supercomitê partidário apresentar seu plano de cortes de gastos de US$ 1,2 trilhão nos próximos dez anos. Esses cortes - militares e não militares - passarão a valer a partir de partir de 2013, mas o mercado já está se prepara para a frustração de que um pacote insuficiente acabe passando pelo Congresso.

Acompanhe tudo sobre:bolsas-de-valoresAçõesMercado financeiroAgências de ratingStandard & Poor'sNasdaqDow Jones

Mais de Mercados

Bradsaúde vê disputa por alta renda crescer, mas diz 'não abrir mão da rentabilidade'

Bradsaúde mantém cautela, mas vê estabilidade da sinistralidade em 12 meses

Ibovespa ganha força com apetite por risco global e balanços no radar

Quanto eu teria hoje se tivesse investido R$ 10 mil em ações da WEG há 20 anos