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Banco do Brasil está barato e pode subir até 44%, avalia Exame Research

Com recomendação de compra, casa vê balanço "extremamente confortável" e projeta preço-alvo de 48,80 reais

 (Paulo Whitaker/Reuters)

(Paulo Whitaker/Reuters)

Guilherme Guilherme
Guilherme Guilherme

12 de fevereiro de 2021, 16h09

Último dos quatro grandes bancos de varejo a divulgar resultado do quarto trimestre, o Banco do Brasil (BBAS3) apresentou lucro líquido ajustado de 3,7 bilhões de reais, superando as estimativas de mercado, de 3,52 bilhões de reais.

Para Vitor Melo, analista de ações da EXAME Research, o resultado só reforça a percepção de que seus papéis estão baratos. “O balanço saiu extremamente confortável”, afirma em relatório.

Com recomendação de compra, a casa tem preço-alvo de 48,80 reais para a ação, correspondendo a um potencial de alta de 43,8% em relação ao preço do último fechamento (33,94 reais).

Além de um valuation atrativo, Melo ainda ressalta que o Banco do Brasil deve seguir melhorando seus níveis de eficiência. No quarto trimestre, o índice de eficiência, que mede a relação entre as despesas administrativas e as receitas operacionais, teve alta de 50 pontos-base em relação ao mesmo período de 2019.

Prejudicadas pelas recentes tentativas de interferência do governo, as ações da instituição financeira acumulam queda de 12,53% em 2021 -- o sexto pior desempenho do Ibovespa. Os papéis do banco também têm a pior performance do setor no período de um ano, com desvalorização de 30,5%.

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