Mercados

Ações europeias sobem com telecomunicações e bancos

A Telecom Italia tinha um dos melhores desempenhos na Europa, subindo 3,36 por cento após declarações dos líderes italianos e franceses


	Telecom Italia: o índice de blue chips da zona do euro Euro Stoxx 50 subia 0,84 por cento, para 3.027 pontos
 (Max Rossi/Reuters)

Telecom Italia: o índice de blue chips da zona do euro Euro Stoxx 50 subia 0,84 por cento, para 3.027 pontos (Max Rossi/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 9 de março de 2016 às 08h21.

Londres - Os índices europeus subiam nesta quarta-feira uma vez que as ações bancárias, de telecomunicações e de bens de consumo se firmavam, apesar dos sinais de fraqueza da economia global.

Às 7:51 (horário de Brasília), o índice das principais ações europeias FTSEurofirst 300 tinha alta de 0,76 por cento, a 1.339 pontos, após cair 0,9 por cento na sessão anterior, para próximo de sua mínima em uma semana.

O índice de blue chips da zona do euro Euro Stoxx 50 subia 0,84 por cento, para 3.027 pontos.

O gestor de fundo de hedge do Hampstead Capital Lex Van Dam disse que as expectativas de mais medidas de estímulo monetário pelo Banco Central Europeu na quinta-feira estão mantendo os mercados acionários em alta.

A Telecom Italia tinha um dos melhores desempenhos na Europa, subindo 3,36 por cento após declarações dos líderes italianos e franceses de que querem criar grandes companhias que possam competir na Europa.

O Crédit Agricole subia 2,92 por cento após o banco prometer aumentar a economia com custos até 2019, enquanto a Heineken também tinha alta, de 1,67 por cento, depois de o Goldman Sachs elevar a recomendação da companhia para "compra", ante "neutra". 

Acompanhe tudo sobre:BancosTelecomunicaçõesAçõesFinanças

Mais de Mercados

Hoje não é super quarta? Entenda por que Fed e Copom não decidem juros no mesmo dia em julho

Preferimos jogar seguro diante da incerteza macro, diz CFO do Santander após balanço

Nike já foi desejo na China. Agora, enfrenta oito trimestres de queda

Ibovespa cai com bancos após balanço do Santander pior que o esperado