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As ações da Apple voltam a ser negociadas em queda nesta quarta-feira, 3. Desde o início da semana, os papéis da companhia acumulam mais de 5% de queda, superando US$ 100 bilhões em perda de valor de mercado. O principal catalisador para a queda foi um relatório feito por analistas do banco inglês Barclays, que rebaixou a recomendação para o ativo de "neutro" para "venda".

Na concepção dos analistas, as ações da Apple estariam sobrevalorizadas. O preço justo, segundo a Barclays, seria de US$ 160, mais de 10% abaixo do preço em que são negociadas nesta quarta.

A recomendação de venda vai exatamente na contramão do consenso de mercado, que segundo o provedor de informações da Nasdaq está em "forte compra". O preço-alvo estabelecido da Barclays também é abaixo da mediana dos analistas, hoje, próximo de US$ 200.

O gatilho para a piora de percepção da Barclays sobre os papéis são os baixos volumes  de vendas do iPhone 15, lançado em setembro. Esta, porém, não é uma preocupação isolada de analistas da Barclays. Há ainda a expectativa de uma baixa demanda pelos iPhone 16, que deverá ser lançado no segundo semestre.

Ainda que atue com alguma variedade de serviços e produtos, as vendas de iPhone continuam como a principal fonte de receita da Apple. A cada US$ 2 que entra na empresa, US$ 1 dos iPhones. A outra metade é dividida entre serviços, Mac, iPad e acessórios.

Alerta dos trópicos

Antes da Barclays, o Itaú BBA era o único entre os grandes com recomendação negativa para as ações da Apple. O banco brasileiro, logo após as primeiras semanas do lançamento do iPhone 15, já vinha alertando para um menor volume de entregas.  O nível de preços, considerado alto demais, também preocupa os analistas. "Se o preço da Apple finalmente acompanhar os fundamentos, acreditamos que a ação", afirmou o Itaú BBA em relatório.

Os número do terceiro trimestre da Apple, bem como os de outras gigantes do setor, foram "os mais fracos já vistos em muito tempo", segundo o Itaú BBA.

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