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Agência de notícias
Publicado em 5 de fevereiro de 2026 às 11h30.
As principais stablecoins pareadas ao dólar americano movimentaram quase R$ 9 bilhões em exchanges do Brasil em janeiro.
De acordo com dados dessa semana do monitoramento Biscoint, o Tether movimentou R$ 8,11 bilhões nas principais exchanges nacionais em janeiro. Apesar disso, o volume recuou cerca de 13% em relação ao mês anterior, enquanto o USDC foi responsável por quase R$ 845 milhões em transações nesse período.
Para se ter uma ideia da adoção das stablecoins no país, a média diária de negociação de Tether chegou a US$ 261,57 milhões no mês passado, mais que o dobro das transações diária e mensal de bitcoin, respectivamente US$ 101,54 milhões e US$ 3,15 bilhões.
A retração das negociações ocorreu na seara das incertezas macroeconômicas e geopolíticas que impactaram as criptomoedas no mês passado. Entre elas a indicação de Kevin Warsh para presidência do Federal Reserve (Fed), a emissão de títulos pelo Japão ofuscando o bitcoin e as ameaças de invasão à Groenlândia pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Os dados da Biscoint se referem a negociações pareadas com o real brasileiro (BRL). O que coloca as stablecoins em um patamar mais elevado, quando consideradas as exchanges internacionais, mercados de balcão e aplicações de pagamento.
O avanço das stablecoins no país ocorre na seara de um pacote de regras do Banco Central para as criptomoedas que entraram em vigor esse mês, com a inclusão desses tokens nas regras de câmbio.
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