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Bitcoin ainda precisa de demanda para ultrapassar US$ 100 mil

Especialistas apontam que possibilidade existe, mas investidores ainda devem estar atentos a incertezas monetárias e geopolíticas

 (Reprodução/Reprodução)

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Mariana Maria Silva
Mariana Maria Silva

Editora do Future of Money

Publicado em 12 de janeiro de 2026 às 10h34.

Última atualização em 12 de janeiro de 2026 às 12h18.

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Nesta segunda-feira, 12, o bitcoin é negociado na casa dos US$ 90 mil. Especialistas apontam que a maior criptomoeda do mundo ainda pode voltar a superar o importante nível dos US$ 100 mil, mas é necessário maior demanda do que ocorre no momento. Além disso, o cenário macroeconômico e geopolítico deve continuar impactando a cotação dos ativos digitais.

No momento, o bitcoin é cotado a US$ 90.601, com queda de 0,1% nas últimas 24 horas, segundo dados do CoinMarketCap.

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"Após voltar a ser negociado na faixa de preço de US$ 89.694 na última sexta-feira, 9, o preço do bitcoin iniciou uma consolidação de fundo entre US$ 89.694 e US$ 92.5 mil", disse Ana de Mattos, analista técnica e trader parceira da Ripio.

"Se houver entrada da força compradora, e a consolidação se romper para cima, os próximos alvos de curto e médio prazo estão nas regiões de liquidez dos US$ 94.5 mil e US$ 101.3 mil. Contudo, caso ocorra o rompimento para baixo, os suportes estão nas áreas de valor dos US$ 89.140 e US$ 82.2 mil", acrescentou.

O que está acontecendo nos mercados?

"Os mercados globais iniciam a semana com volatilidade elevada, enquanto investidores digerem a escalada das tensões entre o governo dos Estados Unidos e o Federal Reserve. Relatos de uma possível investigação criminal envolvendo o presidente do Fed, Jerome Powell, abalaram a confiança na independência da política monetária, pressionando o dólar e impulsionando ativos de proteção, como o ouro, que atingiu novas máximas históricas. Em paralelo, os futuros de ações recuaram", disse André Franco, CEO da Boost Research.

"O cenário macro também segue sendo moldado pelas expectativas de cortes de juros pelo Fed e por fatores geopolíticos relevantes, como os protestos no Irã, que influenciam o apetite global por risco. Nesse contexto, o bitcoin se beneficiou marginalmente", acrescentou.

Previsão para o bitcoin

"A expectativa de curto prazo é levemente positiva. A fraqueza do dólar e a pressão sobre ativos tradicionais considerados mais sensíveis ao risco criam um ambiente técnico que pode favorecer uma recuperação moderada ou uma consolidação lateral do bitcoin, à medida que investidores buscam liquidez e ativos alternativos diante das incertezas monetárias e geopolíticas. Ainda assim, a ausência de um catalisador macroeconômico claro, como uma sinalização decisiva de política monetária ou dados econômicos surpreendentemente dovish, limita a probabilidade de um rali mais forte no curtíssimo prazo", disse André Franco, da Boost Research.

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