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5 criptomoedas que podem disparar em fevereiro, segundo especialistas

Com foco em confiança e estrutura, cinco criptomoedas entram no radar dos investidores para fevereiro de 2026

 (EDUARD MUZHEVSKYI / SCIENCE PHOTO LIBRARY/Getty Images)

(EDUARD MUZHEVSKYI / SCIENCE PHOTO LIBRARY/Getty Images)

Mariana Maria Silva
Mariana Maria Silva

Editora do Future of Money

Publicado em 3 de fevereiro de 2026 às 14h46.

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Após um 2025 marcado por forte volatilidade e períodos de consolidação, o mercado de criptomoedas entra em fevereiro de 2026 com atenção redobrada aos sinais técnicos e ao comportamento institucional. Com o cenário ainda sensível a decisões de juros, câmbio e fluxo de capital global, alguns ativos seguem como referência para investidores que acompanham possíveis movimentos de retomada.

Segundo Guilherme Fais, head de finanças da NovaDAX, o momento é menos sobre euforia e mais sobre leitura de confiança do mercado. “Em muitos casos, determinados níveis de preço funcionam como termômetro de sentimento, mais do que como simples alvos especulativos”, afirma.

Nesse contexto, cinco criptomoedas concentram parte relevante da atenção dos investidores em fevereiro.

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1. Bitcoin (BTC)

O Bitcoin encerrou 2025 em leve retração frente ao início do ano, refletindo um período de consolidação após oscilações intensas do ciclo anterior. Em 2026, o ativo segue como principal termômetro de risco do mercado cripto, reagindo de forma rápida a decisões de juros, movimentos institucionais e variações cambiais globais.

Para Guilherme Fais, uma retomada técnica mais consistente tende a ocorrer acima da região psicológica dos US$ 100 mil. “Esse patamar funciona mais como indicador de confiança do mercado do que como uma simples barreira de preço”, diz. O volume elevado de negociações reforça o papel do BTC como referência estrutural para investidores institucionais.

2. Ethereum (ETH)

O Ethereum acompanhou a trajetória do bitcoin em 2025, mas com volatilidade superior. Sua posição como base para contratos inteligentes, aplicações descentralizadas e tokenização de ativos mantém o projeto no centro do debate tecnológico do setor.

Em 2026, o ETH é visto como um ativo híbrido entre infraestrutura e instrumento financeiro. Segundo Fais, a faixa dos US$ 4 mil costuma ser observada como ponto de retomada técnica consistente, mais relacionada à recuperação de confiança do ecossistema do que a movimentos pontuais.

3. Solana (SOL)

A Solana esteve entre as altcoins mais impactadas pelas correções de 2025, comportamento típico de ativos com maior volatilidade. Ainda assim, mantém uma comunidade ativa de desenvolvedores e volume relevante de negociações.

Em momentos de recuperação, a região próxima dos US$ 200 é interpretada como sinal técnico de retomada. “Esse nível não representa apenas preço, mas também reativação de interesse em aplicações e usuários dentro da rede”, afirma Fais.

4. XRP (XRP)

O XRP segue fortemente influenciado por manchetes e decisões regulatórias. Seu comportamento recente mostra oscilações ligadas principalmente à percepção institucional e a debates jurídicos.

No campo técnico, a superação estável da faixa dos US$ 2 costuma ser vista como indicativo de retomada de confiança. Para Fais, esse movimento reflete mais o sentimento do mercado do que mudanças estruturais imediatas no projeto.

5. Ondo (ONDO)

A Ondo ganhou espaço em 2025 por sua ligação direta com a narrativa de tokenização de ativos do mundo real. A proposta conecta instrumentos financeiros tradicionais à blockchain, aproximando o projeto do ambiente institucional.

Em análises de mercado, a estabilização acima dos US$ 2 é frequentemente citada como sinal de retomada técnica, especialmente quando acompanhada por crescimento de volume e parcerias institucionais, segundo o executivo da NovaDAX.

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