É uma empresa B certificada ou pretende se tornar uma em 2026? Então essa é para você. A partir deste ano, a conquista do selo de sustentabilidade do setor privado passa por padrões muito mais rigorosos, afetando cerca de 500 companhias certificadas no Brasil.
As mudanças nos critérios globais da certificação, implementadas pelo B Lab, substituem o modelo anterior que era baseado principalmente em pontuação por uma estrutura de requisitos obrigatórios distribuídos em sete áreas de impacto socioambiental e de governança.
A decisão ocorre em um momento de pressão crescente sobre o setor privado por ações concretas diante da urgência climática e do avanço das desigualdades sociais.
No Brasil, as 500 empresas incluem Natura, Movida, Reserva, Cia Hering e Dengo Chocolates, irão precisar se adaptar às novas exigências.
"O mundo vive desafios complexos e urgentes, e as companhias precisam responder à altura. Os novos padrões trazem mais clareza, consistência e foco no que realmente importa: ações que contribuam para uma economia mais justa e regenerativa", afirmou Cinthia Gherardi, co-CEO do Sistema B Brasil.
Rodrigo Gaspar, também co-CEO do Sistema B Brasil, destacou que a certificação vai além de práticas superficiais e quer apoiar empresas a gerar valor real, atrair talentos alinhados com propósito e construir relações mais sólidas com consumidores. Tudo isso "por meio de padrões robustos, confiáveis e auditáveis", disse.
O executivo ressalta ainda que o novo modelo deixa claro que a certificação não é um ponto de chegada.
"É uma jornada. É necessário ampliar constantemente compromissos e a capacidade de gerar impacto positivo, com metas e indicadores definidos", complementou Gaspar.
Dados do B Lab Global indicam que Empresas B em mercados desenvolvidos têm 8,1 vezes mais probabilidade de compensar integralmente suas emissões de gases de efeito estufa em comparação com as tradicionais.
Também apresentam 49% mais chances de oferecer transparência sobre a origem de seus fornecedores.
Para Jessica Silva, co-CEO do Sistema B Brasil, as mudanças reforçam o papel da iniciativa privada na construção de uma nova economia.
"Sem o engajamento do setor, simplesmente não será possível combater a realidade atual. Precisamos de ações conectadas com o centro da estratégia dos negócios, de forma viva e contínua", destacou a executiva.
O que muda na prática?
No modelo anterior, as empresas acumulavam pontos em diferentes áreas e podiam compensar fraquezas em um tema com desempenho forte em outro. Agora, precisam demonstrar avanços mensuráveis em sete tópicos de impacto obrigatórios:
1. Propósito e Governança de Stakeholders
2. Ação Climática: com metas alinhadas à limitação do aquecimento global a 1,5°C
3. Direitos Humanos
4. Trabalho Justo
5. Gestão Ambiental e Circularidade
6. Justiça, Equidade, Diversidade e Inclusão
7. Assuntos Governamentais e Ação Coletiva: incluindo transparência fiscal e defesa de políticas públicas positivas
Além disso, os membros precisarão cumprir metas progressivas ao longo de cinco anos, com avaliações obrigatórias no momento da certificação, no terceiro e no quinto ano, garantindo evolução contínua. Atualmente, o usuário pode acessar o desempenho das empresas parceiras no site da organização.
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Vivo: companhia foi a empresa do ano no Melhores do ESG
(Vivo: companhia foi a empresa do ano no Melhores do ESG)
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Totvs: destaque na categoria Telecomunicações, Tecnologia e Mídia
(Totvs: destaque na categoria Telecomunicações, Tecnologia e Mídia)
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LWSA: destaque na categoria Telecomunicações, Tecnologia e Mídia
(LWSA: destaque na categoria Telecomunicações, Tecnologia e Mídia)
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3Tentos: vencedora na categoria Agronegócio
(3Tentos: vencedora na categoria Agronegócio)
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SLC Agrícola: destaque na categoria Agronegócio
(SLC Agrícola: destaque na categoria Agronegócio)
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Kepler Weber: empresa encerrou terceiro trimestre de 2025 com lucro líquido de R$ 51,6 milhões, uma queda de 13,5% em relação ao mesmo período do ano passado
(Kepler Weber: destaque na categoria Agronegócio)
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Mondelez: vencedora na categoria Alimentos e Bebidas
(Mondelez: vencedora na categoria Alimentos e Bebidas)
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Danone: destaque na categoria Alimentos e Bebidas
(Danone: destaque na categoria Alimentos e Bebidas)
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Ambev: destaque na categoria Alimentos e Bebidas
(Ambev: destaque na categoria Alimentos e Bebidas)
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Magazine Luiza: vencedora da categoria Atacado, Varejo e E-commerce
(Magazine Luiza)
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Leroy Merlin: destaque da categoria Atacado, Varejo e E-commerce
(Leroy Merlin: destaque da categoria Atacado, Varejo e E-commerce)
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Mercado Livre: maior dia de vendas da história aconteceu no 11.11, com alta de 56% nos acessos.
(Mercado Livre: destaque na categoria Atacado, Varejo e E-commerce)
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Randoncorp: vencedora da categoria Bens de capital e Eletroeletrônicos
(Randoncorp: vencedora da categoria Bens de capital e Eletroeletrônicos)
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WEG: destaque na categoria Bens de capital e Eletroeletrônicos
(WEG: destaque na categoria Bens de capital e Eletroeletrônicos)
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Electrolux: destaque na categoria Bens de capital e Eletroeletrônicos
(Electrolux: destaque na categoria Bens de capital e Eletroeletrônicos)
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MRV: vencedora na categoria Construção civil e Imobiliário
(MRV: vencedora na categoria Construção civil e Imobiliário)
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Allos: destaque na categoria Construção civil e Imobiliário
(Allos: destaque na categoria Construção civil e Imobiliário)
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Tegra: destaque na categoria Construção civil e Imobiliário
(Tegra: destaque na categoria Construção civil e Imobiliário)
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Copel: vencedora na categoria Energia
(Copel: vencedora na categoria Energia)
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Isa Energia: destaque na categoria Energia
(Isa Energia: destaque na categoria Energia)
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Cemig: destaque na categoria Energia
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Grupo Boticário: vencedora na categoria Farmacêutico e Beleza
(Grupo Boticário: vencedora na categoria Farmacêutico e Beleza)
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Natura: destaque na categoria Farmacêutico e Beleza
(Natura: destaque na categoria Farmacêutico e Beleza)
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Eurofarma: destaque na categoria Farmacêutico e Beleza
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Gerdau: vencedora da categoria Mineração, Siderurgia e Metalurgia
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ArcelorMittal: destaque na categoria Mineração, siderurgia e Metalurgia
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Companhia Brasileira de Alumínio: na categoria Mineração, siderurgia e Metalurgia
(Companhia Brasileira de Alumínio: na categoria Mineração, siderurgia e Metalurgia)
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Lojas Renner: vencedora na categoria Moda e Vestuário
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C&A entra em nova fase de expansão, afirma Citi
(C&A: destaque na categoria Moda e Varerjo)
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Gupo Malwee: destaque na categoria Moda e Varejo
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Klabin: vencedora na categoria Papel, Celulose e Produtos Florestais
(Klabin: vencedora na categoria Papel, Celulose e Produtos Florestais)
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Suzano: destaque na categoria Papel, Celulose e Produtos Florestais
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Tetra Pak: destaque na categoria Papel, Celulose e Produtos Florestais
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Ultragaz: vencedora na categoria Petróleo, Gás e Químico
(Ultragaz: vencedora na categoria Petróleo, Gás e Químico)
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Vibra aumenta participação no mercado, mas margens seguem pressionadas
(Vibra: destaque na categoria Petróleo, Gás e Químico)
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Unipar: destaque na categoria Petróleo, Gás e Químico
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Hospital Israelita Albert Einstein: vencedor na categoria Saúde
(Hospital Israelita Albert Einstein: vencedor na categoria Saúde)
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Sabin: destaque na categoria Saúde
(Sabin: destaque na categoria Saúde)
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Fleury: destaque na categoria Saúde
(Fleury: destaque na categoria Saúde)
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EcoRodovias: ganhadora da categoria Transporte e Logística
(EcoRodovias: ganhadora da categoria Transporte e Logística)
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Motiva (ex-CCR): destaque na categoria Transporte e Logística
(Motiva (ex-CCR): destaque na categoria Transporte e Logística)
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Localiza: destaque na categoria Transporte e Logística
(Localiza: destaque na categoria Transporte e Logística)
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Aegea: vencedora na categoria Tratamento de Resíduos e Economia Circular
(Aegea: vencedora na categoria Tratamento de Resíduos e Economia Circular)
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Sabesp: destaque na categoria Tratamento de Resíduos e Economia Circular
(Sabesp: destaque na categoria Tratamento de Resíduos e Economia Circular)
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Orizon: destaque na categoria Tratamento de Resíduos e Economia Circular
(Orizon: destaque na categoria Tratamento de Resíduos e Economia Circular)