Economia

Standard & Poor;s rebaixa Usiminas

A Standard & Poors rebaixou de brA- para brBBB+ o rating de crédito corporativo, em sua Escala Nacional Brasil, da Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S.A. (Usiminas). O rating das debêntures subordinadas emitidas pela Usiminas, no valor de R$ 100 milhões, também foi rebaixado de brBBB+ para brBBB. A perspectiva do rating de crédito corporativo […]

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Da Redação

Publicado em 9 de outubro de 2008 às 10h43.

A Standard & Poors rebaixou de brA- para brBBB+ o rating de crédito corporativo, em sua Escala Nacional Brasil, da Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S.A. (Usiminas).

O rating das debêntures subordinadas emitidas pela Usiminas, no valor de R$ 100 milhões, também foi rebaixado de brBBB+ para brBBB. A perspectiva do rating de crédito corporativo foi revisada para negativa.

Segundo a S&P, a alteração dos ratings "reflete a crescente preocupação da agência com a liquidez nos mercados de capitais e bancário no Brasil e de suas conseqüências sobre o perfil financeiro e a flexibilidade do Grupo Usiminas, o que se soma a um cenário de desaceleração econômica do mercado doméstico".

O grupo utiliza linhas de financiamento de importação de carvão, no valor de aproximadamente US$ 300 milhões por ano como uma de suas fontes de flexibilidade financeira. A disponibilidade dessas linhas vem se reduzindo muito nos

últimos meses, enquanto o custo de captação se elevou substancialmente.

Em comunicado, a agência afirma que os resultados consolidados da Usiminas nos primeiros seis meses de 2002 permaneceram sólidos, com a margem Ebitda em 29%. As vendas físicas cresceram 11% comparadas a igual período de 2001. "O grupo tem se beneficiado do aumento da produção da Cosipa."

"Além disso, as necessidades de investimentos em ativos fixos do grupo declinaram sensivelmente neste ano, resultando assim no fortalecimento da geração de caixa operacional livre que, hoje mais robusta, permitirá o pagamento de parte do endividamento de curto prazo. Espera-se que o Grupo Usiminas consiga reduzir cerca de US$ 150 milhões de seu endividamento até o final deste ano", afirma a agência de classificação de risco.

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