Economia

Saldo para financiamento de veículos soma R$ 200 bilhões

O crédito para financiamento de veículos cresceu 0,3% no ano passado, na comparação com 2011


	Carros no trânsito de São Paulo: segundo a Anef, dos 3,6 milhões de automóveis licenciados em 2012, 39% foram pagos à vista.
 (Cecilia Bastos/Jornal da USP)

Carros no trânsito de São Paulo: segundo a Anef, dos 3,6 milhões de automóveis licenciados em 2012, 39% foram pagos à vista. (Cecilia Bastos/Jornal da USP)

DR

Da Redação

Publicado em 20 de fevereiro de 2013 às 13h35.

São Paulo – O crédito para financiamento de veículos no país cresceu 0,3% no ano passado, na comparação com 2011, totalizando um saldo de R$ 201,6 bilhões, de acordo com a Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef).

Segundo a entidade, dos 3,6 milhões de automóveis licenciados em 2012, 39% foram pagos à vista. A modalidade de Crédito Direto ao Consumidor (CDC) foi a preferência de 51% dos compradores. Já 8% deles adquiriram os automóveis por meio de cotas de consórcios, e o leasing foi responsável por 2% dos pagamentos.

De acordo com o presidente da Anef, Décio Carbonari, o consórcio teve uma importância muito grande como modalidade de venda de veículos. “As vendas de consórcio explodiram”, avaliou.

Em 2008, as vendas de veículos por meio de consórcios representavam 4% do total e passaram para 8% em 2012. “Com as políticas de crédito mais restritivas dos bancos, o consórcio tornou-se uma maneira mais fácil, acessível”, acrescentou.

As taxas de inadimplência no financiamento por CDC para pessoa física (atraso no pagamento acima de 90 dias) apresentaram queda. Após atingir o auge em maio, quando chegou a 6,1%, a taxa caiu nos meses posteriores, fechando o ano em 5,3%.

Acompanhe tudo sobre:CarrosAutoindústriaVeículosaplicacoes-financeirasCréditofinanciamentos-pessoais

Mais de Economia

Boletim Focus: mercado reduz projeção do IPCA para 2026 pela 5ª vez consecutiva

Após ata, aposta por corte de 0,5 ponto na Selic em março ganha força

Carlos Antonio Rocca, fundador do Cemec-Fipe, morre aos 85 anos

R$ 88 bi do PIB e 640 mil empregos: os impactos do fim da escala 6x1