Economia

Melhora depende do BC e de postura de candidatos, avalia Lloyds TSB

"Como sair dessa situação?", pergunta o Lloyds TSB em seu relatório semanal Conjuntura Econômica da América Latina sobre a situação que o Banco Central criou, gerando pânico no mercado financeiro. "Por um lado, cabe ao BC continuar trocando as LTFs mais longas por papéis mais curtos para reduzir a angústia do mercado", afirma o banco. […]

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Da Redação

Publicado em 9 de outubro de 2008 às 11h19.

"Como sair dessa situação?", pergunta o Lloyds TSB em seu relatório semanal Conjuntura Econômica da América Latina sobre a situação que o Banco Central criou, gerando pânico no mercado financeiro. "Por um lado, cabe ao BC continuar trocando as LTFs mais longas por papéis mais curtos para reduzir a angústia do mercado", afirma o banco. E completa: "Por outro lado, cabe aos candidatos com mais chances de vencer as eleições de deixar mais claro as principais linhas de condução da economia, com o maior detalhe possível".

O banco alerta ainda que o pânico exagerado deflagrado no mercado financeiro reduz o impacto positivo de alguns indicadores, como a inflação mais baixa registrada pelo IPC-Fipe (clique ao lado para ler o relatório completo).

"Consideramos que seja possível reduzir modicamente a taxa básica de juros na próxima reunião do Copom, mas a mudança de algumas variáveis nos últimos dias (câmbio, risco Brasil) reduzem o grau de liberdade do BC", afirma o Lloyds em seu relatório.

O banco comenta ainda a situação da Argentina, avaliando que o acordo com o Fundo Monetário Internacional não deve ser assinado no curto prazo, da Colômbia, México, Uruguai, Equador, Colômbia e Chile.

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