Economia

Lehman Brothers apresenta proposta para credores

Nova York - O Lehman Brothers Holdings apresentou ontem ao Tribunal de Falências de Manhattan, nos Estados Unidos, seu aguardado plano para reembolsar milhares de credores e informou que planeja criar uma unidade de gerenciamento de ativos que vai permitir que o que restou do banco sobreviva após a concordata.   O banco de investimento, […]

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 03h44.

Nova York - O Lehman Brothers Holdings apresentou ontem ao Tribunal de Falências de Manhattan, nos Estados Unidos, seu aguardado plano para reembolsar milhares de credores e informou que planeja criar uma unidade de gerenciamento de ativos que vai permitir que o que restou do banco sobreviva após a concordata.

O banco de investimento, que entrou em colapso em setembro de 2008, marcando o acirramento da crise econômica mundial, provavelmente vai contestar muitas das queixas e discutir com os credores o valor devido. Cerca de 65 mil credores reivindicam aproximadamente US$ 875 bilhões. De acordo com o Código de Falências dos EUA, que dá às empresas um prazo máximo de 18 meses para apresentar um plano de reestruturação, o Lehman tinha até ontem para revelar sua proposta.

Não ficou imediatamente claro no documento entregue à Justiça quanto os credores podem esperar receber. Isso porque o banco ainda precisa fornecer ao tribunal um documento que resume em linguagem simples o complicado plano. O Lehman pediu um prazo até 14 de abril para fazer isso. O banco vai fazer os pagamentos em dinheiro e disse que seu plano "representa uma solução econômica justa" para os credores. As informações são da Dow Jones.

Acompanhe tudo sobre:Países ricosEstados Unidos (EUA)Crises em empresasRecuperações judiciais

Mais de Economia

Mundo está em nova era de juros altos, e a conta pode chegar ao Brasil, diz Pessoa

Senado aprova acordo entre Mercosul e bloco europeu EFTA; tratado prevê redução de tarifas

BC corta a Selic pela 3ª vez seguida e taxa de juros no Brasil cai para 14,25%

'Governo vai estender a mão a produtores rurais endividados, mas não pode errar a dose', diz Durigan