Economia

Japão e França fortalecem cooperação bilateral

Os dois países concordaram em cooperar no setor de energia nuclear e em exportações de equipamentos militares

O presidente da França Francois Hollande aperta mão do primeiro-ministro do Japão Shinzo Abe (REUTERS/Toru Yamanaka)

O presidente da França Francois Hollande aperta mão do primeiro-ministro do Japão Shinzo Abe (REUTERS/Toru Yamanaka)

DR

Da Redação

Publicado em 7 de junho de 2013 às 06h33.

Tóquio - O Japão e a França devem fortalecer seus laços industriais e de defesa, segundo acordos firmados nesta sexta-feira entre o primeiro ministro japonês, Shinzo Abe, e o presidente francês, François Hollande.

Os dois países concordaram em cooperar no setor de energia nuclear e em exportações de equipamentos militares, uma vez que os dois países tentam revigorar uma relação bilateral que foi ofuscada pela China.

Ressaltando os valores comuns de "liberdade, democracia, direitos humanos e do Estado de Direito", Abe e Hollande disseram em uma declaração conjunta que "reconheceram que o cenário internacional que os dois países compartilham está passando por uma enorme mudança".

Um plano de ação de cinco anos assinado pelos dois líderes estipula que o Japão e a França, concorrentes na área de exportação de reatores nucleares, trabalharão em conjunto para fornecer infraestrutura e serviços no setor nuclear necessários em seus mercados de exportação.

O Japão e a França também concordaram em criar uma estrutura de diálogo para discutir a cooperação e gestão de exportações de equipamentos militares. Fonte: Dow Jones Newswires.

Acompanhe tudo sobre:Indústrias em geralInfraestruturaPaíses ricosÁsiaEuropaFrançaJapãoComércio exteriorEnergiaExportaçõesIndústriaDiplomaciaEnergia nuclear

Mais de Economia

Governo recompõe orçamento de universidades federais com liberação de R$ 977 milhões

Petrobras anuncia investimento de R$ 2,8 bilhões na indústria naval brasileira

Governo define reajuste de 5,4% para o piso do magistério

Fórum Econômico Mundial considera novos locais além de Davos após 50 anos