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FMI não vê deterioração drástica no Brasil, China e Índia

Ele afirmou que a China já respondeu de forma apropriada à sua desaceleração econômica e que o crescimento chinês deverá ser retomado gradualmente

Christine Lagarde, do FMI, em conferência na cidade de Tóquio: nesta segunda-feira, o FMI reduziu sua projeção de crescimento para o Brasil (Kim Kyung-Hoon/Reuters)
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Da Redação

Publicado em 8 de outubro de 2012 às 22h44.

Tóquio - O economista-chefe do Fundo Monetário Internacional ( FMI ), Olivier Blanchard, disse na terça-feira (horário local) que não vê sinais de um pouso forçado para as economias de Brasil, China e Índia.

Ele afirmou que a China já respondeu de forma apropriada à sua desaceleração econômica e que o crescimento chinês deverá ser retomado gradualmente.

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"Aqui, deixe-me ser claro. Nós não vemos esses acontecimentos como sinais de pouso forçado em qualquer um desses países. De fato, vemos medidas políticas positivas sendo tomadas em todos os três países", afirmou.

Nesta segunda-feira, o FMI reduziu sua projeção de crescimento para o Brasil, estimando que o país deverá crescer 1,5 por cento neste ano, ante previsão de julho de crescimento de 2,5 por cento.

Em relação à China, o FMI apontou que o crescimento econômico deverá desacelerar para 7,8 por cento neste ano. Já para a Índia, a entidade reduziu a projeção para 4,9 por cento neste ano.

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