Economia

Doria diz que vai vender aeroportos e Porto de Santos

Governador paulista cita ainda a intenção de privatizar hidrovia Tietê-Paraná e rodovias no Estado

João Doria: Governador defende privatizações como forma de melhora nos serviços (Christopher Goodney/Bloomberg/Bloomberg)

João Doria: Governador defende privatizações como forma de melhora nos serviços (Christopher Goodney/Bloomberg/Bloomberg)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 29 de janeiro de 2019 às 15h47.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - O governador do Estado de São Paulo, João Doria (PSDB), defendeu em apresentação nesta terça-feira, 29, para investidores a necessidade de privatização das diversas estatais paulistas e afirmou que a venda do Porto de Santos, de 23 aeroportos e das estradas estaduais estão entre as prioridades de sua gestão.

Doria mencionou também a privatização da hidrovia Tietê-Paraná e disse que a venda de 23 aeroportos remanescentes vai permitir "melhorar a interiorização de voos, com companhias aéreas fortalecidas, com mais aeronaves e melhores condições técnicas".

Ao falar da hidrovia, o governador ressaltou que a venda criará um ponto importante para escoar a carga para outros países, como o Uruguai e Argentina.

Nas rodovias, Doria destacou que 18 das 20 melhores estradas do Brasil estão no Estado de São Paulo, justamente porque foram passadas para a iniciativa privada.

"Todas as rodovias que não foram concedidas ao setor privado, serão", disse ele em evento do Credit Suisse, falando também da intenção de renovar as concessões das estradas já nas mãos da iniciativa privada.

O evento reuniu cerca de 600 pessoas em um hotel em São Paulo, incluindo empresários, investidores e analistas.

Acompanhe tudo sobre:São Paulo capitalPrivatizaçãoJoão Doria Júnior

Mais de Economia

Empresas do Simples estão na reta final de escolha da reforma tributária — e o mercado pode punir

Passagens aéreas ficam 14,5% mais caras em um ano; veja valores

PIB do Brasil deve crescer 2% em 2026, prevê OCDE; veja os números

Ata do Copom não descarta novos cortes da Selic mas cita 'aumento de incerteza'