Economia

Dilma quer investir no aparelhamento das Forças Armadas

De acordo com a presidente, o investimento é fundamental para que o país possa assumir no cenário intenacional a posição que pretende

Dilma durante solenidade de Oficiais-Generais recém-promovidos: "para construir uma grande nação é fundamental dispor de capacidade na defesa dos interesses” (Roberto Stuckert Filho/PR)

Dilma durante solenidade de Oficiais-Generais recém-promovidos: "para construir uma grande nação é fundamental dispor de capacidade na defesa dos interesses” (Roberto Stuckert Filho/PR)

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Da Redação

Publicado em 19 de dezembro de 2011 às 19h05.

Brasília - A presidente Dilma Rousseff disse hoje (19) que pretende investir no aparelhamento e na qualificação das Forças Armadas. De acordo com ela, esse investimento é fundamental para diminuir as vulnerabilidades e para que o país possa assumir no cenário intenacional a posição que pretende.

“O país com o qual sonhamos precisará cada vez mais de Forças Armadas equipadas e qualificadas para o cumprimento de suas atribuições. Um país que pretende ter dimensão internacional tem que ter nas Forças Armadas um exemplo da sua capacidade e da sua competência", disse Dilma. "Uma política de defesa assertiva é necessária ao desenvolvimento econômico e também a uma política externa soberana. Para construir uma grande nação é fundamental dispor de capacidade na defesa dos interesses, pelo mais diversos meios”, acescentou durante a solenidade de apresentação de oficiais-generais recém-promovidos.

Outra intenção da presidente é promover maior integração das três Forças, tendo o Ministério da Defesa como articulador institucional. Ela reafirmou a intenção de investir para incrementar a indústria nacional de defesa com o desenvolvimento de tecnologia própria, estratégia que ressaltou na semana passada ao se reunir com o primeiro-ministro francês, François Fillon.

A França é um parceiro estratégico do Brasil na área de defesa. Um dos exemplos dessa parceria na área tecnológica é a realização dos grandes contratos no setor, que envolvem a construção de helicópteros e submarinos.

Após a solenidade, no Palácio do Planalto, Dilma seguiu para um almoço de confraternização com os oficiais-generais, oferecido pelo ministro da Defesa, Celso Amorim, no Clube da Aeronáutica.

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