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Demanda por petróleo na China cresce, mas deve perder força

Apesar de demanda aparente ter sido 10% maior ante um ano atrás, analistas esperam que crescimento fique praticamente estável em 2013 ante 2012

Pequim - A demanda aparente por petróleo na China recuperou-se em junho, atingindo o maior índice em quatro meses, com refinarias retomando atividades após paradas para manutenção, mas a recuperação parece não ter boas perspectivas em meio a indicativos de menor crescimento econômico no resto do ano.

Apesar de a demanda aparente ter sido 10 por cento maior ante um ano atrás e quase 5 por cento acima de maio, analistas esperam que o crescimento no uso de petróleo fique praticamente estável em 2013 ante 2012.

Os números de junho foram fortes devido à comparação com uma base fraca e à forte liberação de estoques realizada pela China no ano passado, disse o analista do Barclays Sijin Chen, que estimou crescimento da demanda por petróleo na China este ano em 5 por cento.

"Os números de crescimento são provavelmente um exagero. A demanda aparente por petróleo não é tão grande quanto os números estão apontando que seja", disse Chen.

A China, segundo país que mais consome combustíveis, consumiu 9,94 milhões de barris por dia de petróleo no mês passado, de acordo com cálculos da Reuters baseados em dados divulgados pelo governo nesta segunda-feira.

A recuperação foi atribuída principalmente à atividade das refinarias, que acelerou para a máxima de quatro meses, consumindo 9,64 milhões de barris com a retomada de atividades após manutenções entre abril e maio. O alto processamento também sugeriu uma redução de estoques, já que as importações de petróleo caíram no mês passado.

Na primeira metade do ano, a demanda aparente por petróleo subiu 3,4 por cento ante o mesmo período do ano passado, para 9,82 milhões de barris por dia, de acordo com os cálculos da Reuters. O índice ficou abaixo do registrado no ano passado, de 4,5 por cento, o menor em quatro anos.

O crescimento anual do Produto Interno Bruto (PIB) da China desacelerou para 7,5 por cento entre abril e junho - o nono trimestre dos últimos 10 em que a expansão enfraqueceu.

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