Economia

Contingenciamento demonstra coragem política, diz Lagarde

"Não vou me apressar em conclusões e dizer se é suficiente, se é muito, se é pouco", ressaltou a diretora do FMI


	Christine Lagarde: "não vou me apressar em conclusões e dizer se é suficiente, se é muito, se é pouco"
 (REUTERS/Ueslei Marcelino)

Christine Lagarde: "não vou me apressar em conclusões e dizer se é suficiente, se é muito, se é pouco" (REUTERS/Ueslei Marcelino)

DR

Da Redação

Publicado em 22 de maio de 2015 às 11h20.

Rio de Janeiro - A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, afirmou nesta sexta-feira que o contigenciamento de gastos não obrigatórios pelo governo demonstra coragem política e determinação para atingir a meta de superávit primário de 1,2 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano.

"Não vou me apressar em conclusões e dizer se é suficiente, se é muito, se é pouco, porque isso obviamente precisa ser estudado cuidadosamente", disse Lagarde, quando questionada a respeito do volume de cerca de 70 bilhões de reais do contigenciamento, divulgado por fonte.

Acompanhe tudo sobre:Indicadores econômicosFMIPIBEconomistasChristine Lagarde

Mais de Economia

Empresários de Brasil e EUA propõem acordo em duas etapas para evitar tarifaço

IPCA de junho desacelera para 0,16%; inflação acumulada em 12 meses chega a 4,64%

Guerra no Irã deve provocar primeira queda da demanda por petróleo desde 2020, diz IEA

Mercado passa a apostar em corte de 0,25 ponto na Selic em agosto, diz B3