Economia

Contingenciamento demonstra coragem política, diz Lagarde

"Não vou me apressar em conclusões e dizer se é suficiente, se é muito, se é pouco", ressaltou a diretora do FMI


	Christine Lagarde: "não vou me apressar em conclusões e dizer se é suficiente, se é muito, se é pouco"
 (REUTERS/Ueslei Marcelino)

Christine Lagarde: "não vou me apressar em conclusões e dizer se é suficiente, se é muito, se é pouco" (REUTERS/Ueslei Marcelino)

DR

Da Redação

Publicado em 22 de maio de 2015 às 11h20.

Priorizar nos meus resultados Google

Rio de Janeiro - A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, afirmou nesta sexta-feira que o contigenciamento de gastos não obrigatórios pelo governo demonstra coragem política e determinação para atingir a meta de superávit primário de 1,2 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano.

"Não vou me apressar em conclusões e dizer se é suficiente, se é muito, se é pouco, porque isso obviamente precisa ser estudado cuidadosamente", disse Lagarde, quando questionada a respeito do volume de cerca de 70 bilhões de reais do contigenciamento, divulgado por fonte.

Acompanhe tudo sobre:Indicadores econômicosFMIPIBEconomistasChristine Lagarde

Mais de Economia

PIB do Brasil cresce 0,5% no 2º trimestre de 2026, puxado pela agropecuária

Orçamento de 2027 prevê aporte de R$ 6 bilhões para os Correios

Governo anuncia salário mínimo de R$ 1.741 para 2027

Governo prevê superávit primário de R$ 18,6 bi para 2027