Economia

Com Campos Neto na plateia, Pacheco cobra "redução imediata" dos juros

Fala aconteceu durante a abertura do Lide Brazil Conference, em Londres

Pacheco: presidente do Senado defendeu a "redução imediata" da taxa de juro (Waldemir Barreto/Agência Senado/Flickr)

Pacheco: presidente do Senado defendeu a "redução imediata" da taxa de juro (Waldemir Barreto/Agência Senado/Flickr)

Estadão Conteúdo
Estadão Conteúdo

Agência de notícias

Publicado em 20 de abril de 2023 às 13h08.

Última atualização em 20 de abril de 2023 às 14h19.

Priorizar nos meus resultados Google

Em discurso feito nesta quinta-feira, 20, na abertura do Lide Brazil Conference em Londres, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), defendeu a "redução imediata" da taxa de juro e voltou a prometer "rapidez" na aprovação do projeto do novo arcabouço fiscal enviado ao Congresso pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT)

Alvo de críticas do governo e do PT por não reduzir a taxa de juro, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, estava na plateia.

"Continuo defendendo a autonomia do Banco Central, mas precisamos encontrar um caminho para a redução imediata da taxa de juro. Esse é o desejo da economia e do mercado", disse Pacheco.

O presidente do Senado disse, ainda, que é preciso atacar as "marolas e ruídos" que impedem a redução da taxa de juro.

Rodrigo Pacheco garantiu que o projeto do arcabouço será votado em maio no plenário do Senado e elogiou o texto enviado pelo governo.

Falando sobre Pacheco na saída do debate do Lide, o senador Davi Alcolumbre (União-AP), que também participa do evento, brincou: "Essa viagem com Lula [para a China] estragou ele. O Pacheco ouviu muito o discurso do Lula."

Acompanhe tudo sobre:Rodrigo PachecoJurosBanco CentralRoberto Campos Neto

Mais de Economia

Durigan diz ter dificuldade de entender 'euforia' do mercado após 1º turno

Reforma tributária: sistema de gestão virou obrigatório para a PME, mas não resolve sozinho

Desgaste de Lula e tensão com STF pesam mais que economia favorável, diz economista

Kinea: eleição só termina quando vencedor mostrar como pagará ajuste fiscal de 2% do PIB