Economia

CNI apresenta mapa estratégico com metas para a indústria

O estudo estabelece metas e diretrizes para melhoria da indústria nacional e aumento da competitividade


	Trabalhador da indústria: o Mapa Estratégico da Indústria 2013-2022 é resultado de pesquisa de nove meses entre 500 representantes empresariais.
 (China Photos/Getty Images)

Trabalhador da indústria: o Mapa Estratégico da Indústria 2013-2022 é resultado de pesquisa de nove meses entre 500 representantes empresariais. (China Photos/Getty Images)

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Da Redação

Publicado em 18 de junho de 2013 às 12h40.

Brasília – O presidente da Confederação Nacional da Indústria, Robson Andrade, apresentou hoje (18), em audiência pública, o Mapa Estratégico da Indústria 2013-2022 aos senadores da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). O estudo estabelece metas e diretrizes para melhoria da indústria nacional e aumento da competitividade.

O levantamento propõe ainda um conjunto de ações interligadas que possibilitam o crescimento sustentável e a geração de empregos. “Essa é uma contribuição da CNI e do sistema industrial para o país ter uma agenda, e criar competitividade para indústria brasileira e para o Brasil. Queremos uma indústria pujante e forte”, disse Andrade.

O Mapa Estratégico da Indústria 2013-2022 é resultado de pesquisa de nove meses entre 500 representantes empresariais que, durante esse período, identificaram os fatores-chave para aumentar a capacidade de produção da indústria e ampliar a participação do segmento na economia nacional.

Andrade destacou que o trabalho desenha a visão da indústria no país e destaca os principais obstáculos do segmento. “Temos dez pontos importantes para que Brasil possa crescer, desenvolver e fazer com que indústria brasileira volte a ser importante”, comentou.

A seleção dos fatores impactantes levou em consideração o impacto relevante e direto na competitividade da indústria, e a abrangência e durabilidade do impacto do fator-chave, em termos de ganho de produtividade. Além disso, foram destacadas “as oportunidades e ameaças decorrentes das mudanças em curso no Brasil e no mundo com maior impacto na atividade industrial”.

O estudo destaca entre os temas prioritários a redução da carga tributária e a eliminação da cumulatividade dos tributos. O levantamento ressalta também a desoneração de investimentos e das exportações, além da simplificação e transparência da estrutura tributária.

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