Economia

China anuncia "avanços importantes" em conversas comerciais com os EUA

Porém, os capítulos mais difíceis entre as potências, como a transferência forçada de tecnologia ou propriedade intelectual, ainda estão pendentes

Bandeiras dos EUA e da China: negociações para acabar com o fim da guerra comercial prosseguem (Yuri Gripas/Reuters)

Bandeiras dos EUA e da China: negociações para acabar com o fim da guerra comercial prosseguem (Yuri Gripas/Reuters)

E

EFE

Publicado em 1 de fevereiro de 2019 às 06h48.

Priorizar nos meus resultados Google

Pequim - A delegação da China, que se encontra nos Estados Unidos com o objetivo de negociar uma saída para a guerra comercial entre os dois países, anunciou nesta sexta-feira que aconteceram "avanços importantes", informou a agência estatal de notícias "Xinhua".

Para o lado chinês, as negociações estão sendo "francas, concretas e frutíferas", apontou a fonte.

Estas declarações surgem poucas horas depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, mostrasse otimismo com a possibilidade de conseguir o longo deste mês um ambicioso acordo com a China.

No entanto, e apesar dos "avanços", os capítulos mais difíceis entre as duas maiores economias, como a transferência forçada de tecnologia ou propriedade intelectual, ainda estão pendentes de resolução.

Os EUA e China estão em uma guerra comercial desde o início do ano passado, mas Xi Jinping e Donald Trump chegaram a um acordo de paz, que expira no dia 1º de março, para negociarem.

Embora as duas partes tenham se reunido em várias ocasiões desde então, a situação voltou a ficar complicada com a prisão, no início de dezembro, da diretora financeira da empresa tecnológica chinesa Huawei, Meng Wanzhou, no Canadá, a pedido de Washington.

Acompanhe tudo sobre:Estados Unidos (EUA)ChinaDonald TrumpHuaweiGuerras comerciais

Mais de Economia

IPCA-15: prévia da inflação desacelera para 0,32% em outubro

Argentina à beira de recessão: PIB pode cair pelo segundo trimestre seguido

Economia da Argentina cresce abaixo do esperado e enfrenta risco de recessão técnica

O Brasil do Pix tem 130 milhões de pessoas que ainda pagam por boleto