Cenário para 2015 inclui ajuste ortodoxo, diz professor
Professor Celso Martone vê como cenário mais provável para primeiro ano do segundo mandato da presidente Dilma uma política econômica com ajustes pontuais
Da Redação
Publicado em 7 de novembro de 2014 às 14h59.
São Paulo - O professor doutor Celso Martone, da Universidade de São Paulo (USP), vê como cenário mais provável para o primeiro ano do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff uma política econômica com ajustes pontuais, mas sem mudanças nos problemas intrínsecos da economia.
"Esse cenário consiste em concessões pontuais à ortodoxia em 2015, com aparente autonomia do Banco Central , um programa de ajuste fiscal - e com uma volta da CPMF não descartada - e uma depreciação cambial controlada, mas todo o mais continua o mesmo, com protecionismo e isolacionismo", disse, em debate promovido pela Ordem dos Economistas.
Um dos outros dois cenários traçados como possíveis para o próximo ano envolve uma política econômica ortodoxa, ou seja, com a volta do tripé econômico e a promoção de políticas horizontais, sem subsídios dados de modo "arbitrário".
O último cenário seria de continuidade, com ampliação dos controles de preços, expansão fiscal por meio de políticas anticíclicas, aumento do crédito pelos bancos estatais e elevação do protecionismo, inibindo o investimento externo.
São Paulo - O professor doutor Celso Martone, da Universidade de São Paulo (USP), vê como cenário mais provável para o primeiro ano do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff uma política econômica com ajustes pontuais, mas sem mudanças nos problemas intrínsecos da economia.
"Esse cenário consiste em concessões pontuais à ortodoxia em 2015, com aparente autonomia do Banco Central , um programa de ajuste fiscal - e com uma volta da CPMF não descartada - e uma depreciação cambial controlada, mas todo o mais continua o mesmo, com protecionismo e isolacionismo", disse, em debate promovido pela Ordem dos Economistas.
Um dos outros dois cenários traçados como possíveis para o próximo ano envolve uma política econômica ortodoxa, ou seja, com a volta do tripé econômico e a promoção de políticas horizontais, sem subsídios dados de modo "arbitrário".
O último cenário seria de continuidade, com ampliação dos controles de preços, expansão fiscal por meio de políticas anticíclicas, aumento do crédito pelos bancos estatais e elevação do protecionismo, inibindo o investimento externo.