Economia

Brent estabiliza em torno de US$109 com demanda de inverno

Preço era sustentado por um dólar fraco, interrupções na oferta e um inverno severo na América do Norte


	Petróleo: Brent recuava 0,11 dólar a 108,97 dólares por barril às 9h44, após atingir uma máxima de 109,40 dólares mais cedo na sessão
 (Getty Images)

Petróleo: Brent recuava 0,11 dólar a 108,97 dólares por barril às 9h44, após atingir uma máxima de 109,40 dólares mais cedo na sessão (Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 17 de fevereiro de 2014 às 11h04.

Londres - Os contratos futuros do petróleo Brent estabilizaram-se perto de 109 dólares por barril nesta segunda-feira, sustentado por um dólar fraco, interrupções na oferta e um inverno severo na América do Norte que eleva a demanda por aquecimento.

Especuladores e fundos de hedge elevaram fortemente as apostas altistas no petróleo para perto do maior patamar da história, segundo dados do mercado nos EUA, com preços sustentados por uma elevada demanda por combustíveis para aquecimento nos EUA.

O dólar atingiu uma mínima de seis semanas contra uma cesta das principais moedas, sustentando os preços de commodities como o petróleo, precificadas em dólar.

O Brent recuava 0,11 dólar a 108,97 dólares por barril às 9h44 (horário de Brasília), após atingir uma máxima de 109,40 dólares mais cedo na sessão. O petróleo nos EUA avançava 0,51 dólar a 100,81 dólares por barril..

"O inverno nos EUA e o dólar fraco estão sustentando o mercado", disse o analista sênior do Commerzbank Carsten Fritsch.

"Mas há uma chance de correções. O risco é limitado enquanto o clima nos EUA continuar frio. Por outro lado, quando começar a esquentar, os preços podem sofrer uma forte queda", disse.

Acompanhe tudo sobre:PetróleoPreçosEnergiaCommodities

Mais de Economia

Reforma Tributária: entenda a mudança em notas fiscais que começa nesta segunda

O mundo está mais dividido que nos anos 1980 — e isso custa 1% do PIB

Japão deve anunciar ação conjunta com EUA para fortalecer o iene

IBS e CBS na nota: veja como será o novo calendário de transição