Economia

Banco público avança mais na concessão de crédito

Em abril, a participação das instituições públicas no crédito foi de 49,2%, ante 35,1% das particulares nacionais e de 15,8% dos privados estrangeiros


	O chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Túlio Maciel: nas instituições privadas nacionais, o estoque de crédito total aumentou 1,6% no ano, R$ 860,1 bilhões, estável em relação a março.
 (Elza Fiúza/ABr)

O chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Túlio Maciel: nas instituições privadas nacionais, o estoque de crédito total aumentou 1,6% no ano, R$ 860,1 bilhões, estável em relação a março. (Elza Fiúza/ABr)

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Da Redação

Publicado em 13 de junho de 2013 às 07h48.

Brasília - O chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Túlio Maciel, destacou nesta sexta-feira que a participação dos bancos públicos na concessão de crédito tem evoluído mais do que a das instituições financeiras privadas nacionais e estrangeiras. Em abril, a participação das instituições públicas no crédito foi de 49,2%, ante 35,1% das particulares nacionais e de 15,8% dos privados estrangeiros, anunciou.

O estoque de crédito total (livre + direcionado) nos bancos públicos teve expansão de 6,3% no primeiro quadrimestre de 2013, em relação ao mesmo período de 2012, afirmou o BC, somando R$ 1,206 trilhão. O crescimento foi de 2,1% em abril ante março e de 29,1% em 12 meses.

Nas instituições privadas nacionais, o estoque de crédito total aumentou 1,6% no ano, R$ 860,1 bilhões, estável em relação a março. O crescimento foi de 6,2% em 12 meses. Nos bancos estrangeiros privados, recuou 0,2% no ano, para R$ 386,5 bilhões. Contudo, houve aumento de 0,2% em abril ante março e de 6,6% em 12 meses.

A inadimplência total teve alta de 0,1 ponto porcentual nas instituições estatais no trimestre, para 2% da carteira. Nas instituições privadas nacionais, permaneceu estável, em 5% do total da carteira. Nas instituições estrangeiras, houve queda de 0,1 ponto porcentual, para 5,5% da carteira. As provisões permaneceram em 3,8% da carteira no fim de abril para as instituições financeiras públicas. Nos privados nacionais recuaram 0,2 ponto porcentual, para 6,9% e nos privados estrangeiros, a queda foi de 0,1 ponto porcentual, para 6,3% da carteira.

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