Economia

ANTT envia ao TCU estudos para leilão da BR-040

Agência encaminhou estudos relativos à concessão do trecho entre Brasília (DF) e Juiz de Fora (MG) da rodovia


	Rodovia federal BR-040, em Minas Gerais: tarifa-teto proposta para o pedágio ficou em 0,0973 real por quilômetro
 (Divulgação/DNIT)

Rodovia federal BR-040, em Minas Gerais: tarifa-teto proposta para o pedágio ficou em 0,0973 real por quilômetro (Divulgação/DNIT)

DR

Da Redação

Publicado em 20 de novembro de 2013 às 17h26.

Brasília - A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) encaminhou ao Tribunal de Contas da União (TCU) os estudos relativos à concessão da BR-040, entre Brasília (DF) e Juiz de Fora (MG).

Em entrevista à Reuters na semana passada, o ministro dos Transportes, César Borges, havia dito que espera a aprovação desses estudos até o fim de novembro, para viabilizar a realização do leilão no dia 27 de dezembro.

Os estudos, disponíveis no site da ANTT (www.antt.gov.br) mantém, para essa rodovia, a mesma taxa interna de retorno prevista para as demais rodovias que vão a leilão, de 7,2 por cento.

A tarifa-teto proposta para o pedágio ficou em 0,0973 real por quilômetro, o que geraria uma arrecadação, em 25 anos, de cerca de 24,7 bilhões de reais.

Os estudos preveem ainda financiamento do BNDES ao projeto, de até 80 por cento dos itens financiáveis (não são financiáveis, por exemplo, desapropriações e equipamentos importados).

Ao todo, o governo ainda quer realizar mais quatro leilão de rodovias até o fim do ano, incluindo o da BR-040 (DF-GO-MG). Os outros três já estão marcados: o da BR-163 (MT) será em 27 de novembro, o das BRs 060/153/262 entre o Distrito Federal, Goiás e Minas Gerais, no dia 4 de dezembro e o da BR-163 (MS), no dia 17 de dezembro.

Acompanhe tudo sobre:Transportestransportes-no-brasilLeilõesExploração de rodoviasANTT

Mais de Economia

Embraer e Adani assinam memorando para instalar montagem do E175 na Índia

Com 10 milhões de toneladas exportadas, Vale vê Índia como 'nova China'

Haddad: Brasil pode crescer entre 3,5% a 4% ao ano em 'próximo mandato'

Com 'fim' das tarifas dos EUA, exportações brasileiras podem ter isenção de US$ 21,6 bi, diz CNI