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COI pede que Armstrong colabore com autoridades antidoping

O comitê expressou o desejo de que este caso ajude o esporte


	Lance Armstrong: "se essas revelações servirem para colocar um ponto final a este tipo de prática, teremos conquistado algo positivo", considerou o COI
 (Getty Images)

Lance Armstrong: "se essas revelações servirem para colocar um ponto final a este tipo de prática, teremos conquistado algo positivo", considerou o COI (Getty Images)

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Da Redação

Publicado em 18 de janeiro de 2013 às 09h57.

Genebra - O Comitê Olímpico Internacional (COI) pediu nesta sexta-feira que Lance Armstrong colabore com as autoridades antidoping após confessar que fez uso de substâncias proibidas durante sua carreira, e expressou o desejo de que este caso ajude o esporte.

"Pedimos a Armstrong que apresente todas as provas às autoridades antidoping pertinentes para que possamos seguir avançando mais fortes e mais limpos", declarou o COI em uma nota de imprensa.

"Não há lugar para o doping no esporte e o COI condena sem reservas as ações de Lance Armstrong e de todos aqueles que tentam desfrutar de uma vantagem injusta sobre seus rivais através do consumo de substâncias proibidas", afirmou em nota o órgão esportivo.

O COI, que na quinta-feira retirou do ciclista americano a medalha de bronze que conquistou na prova em estrada dos Jogos Olímpicos de Sydney (2000), ressaltou que "hoje é um dia triste para o esporte", mas pediu para fazer também um balanço positivo.

"Se essas revelações servirem para colocar um ponto final a este tipo de prática, teremos conquistado algo positivo", considerou o COI, horas depois que Armstrong confessou em entrevista que se dopou de maneira sistemática durante sua carreira, o que lhe permitiu, entre outras coisas, vencer sete Voltas da França.

O principal órgão do esporte mundial abriga a partir de agora "a firme esperança que todas as partes implicadas extraiam as doutrinas pertinentes do caso e sigam tomando todas as medidas necessárias para continuar garantindo condições justas de competição para todos os atletas", afirma o comunicado.

O COI destacou a importância de métodos vigentes como os passaportes biológicos e os controles surpresa aos atletas, tanto dentro como fora de competições, porque "demostraram ser elementos eficazes de dissuasão". 

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