Carreira

Vila na Nova Zelândia com empregos demais quer atrair gente

Há mil cargos vagos e para alguns deles são oferecidos salários de até 9,5 mil reais mensais

Nova Zelândia: estudantes estrangeiros podem trabalhar segundo as leis do país (Thinkstock)

Nova Zelândia: estudantes estrangeiros podem trabalhar segundo as leis do país (Thinkstock)

Camila Pati

Camila Pati

Publicado em 30 de junho de 2016 às 12h44.

São Paulo – Uma cidadezinha da Nova Zelândia com 800 habitantes, e em uma região com mil vagas de emprego sem ter quem as preencha,  lançou uma campanha para atrair pessoas para viver lá. 

Casas e terrenos com preços baixos são parte da estratégia da pequena Kaitangata, na região de Clutha, na Ilha do Sul, para conquistar novos moradores. Na área rural, é possível comprar imóveis em por 230 mil dólares (R$526 mil), bem menos do que o que é cobrado em regiões de cidades maiores como Auckland, que enfrentam problemas com desemprego.

Essa última palavra praticamente não existe no vocabulário de Kaitangata e, segundo o prefeito de Clutha Bryan Cadogen , há posições com salário inicial de 50 mil dólares neozelandeses anuais, algo em torno de 9,5 mil reais ao mês. De acordo com o que ele contou ao The Guardian, o índice de desemprego é dois, são duas pessoas jovens sem trabalho no momento.

As áreas que mais precisam de profissionais são enfermagem, construção e nas Forças Armadas. As duas primeiras, aliás, estão entre as carreiras mais quentes para estrangeiros na Nova Zelândia.  O país  tem conquistado mais interesse entre os brasileiros já que oferece permissão para estudantes trabalharem, segundo disse Cauê Cardoso, gerente de cursos no exterior e vistos da Travelmate.

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