No mercado de trabalho atual, trabalhar em multinacional é sinônimo de crescimento acelerado, networking global e experiências transformadoras. (Getty Images)
Redação Exame
Publicado em 3 de fevereiro de 2026 às 17h12.
Desde o instante em que alguém entra em uma entrevista ou assume um novo cargo, passa a ser avaliado por três perguntas silenciosas: se consegue fazer bem o trabalho, se está animado para estar ali e se “dá certo” com o time.
Para o consultor de carreira de Harvard Gorick Ng, a diferença entre ser puxado para projetos e ser esquecido costuma passar pela capacidade de demonstrar os “3 Cs”.
Veja, a seguir, o que ele descreve como os três comportamentos mais comuns entre pessoas de alto desempenho. As informações são da CNBC Make It.
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Para Ng, competência é fazer o trabalho de forma completa, precisa e rápida, sem exigir supervisão constante, e sem prejudicar a imagem de outras pessoas. Ele destaca a necessidade de equilíbrio: não entregar “menos do que o necessário” a ponto de parecer despreparado, nem “mais do que o necessário” a ponto de soar autoritário.
Entre as ações sugeridas por ele estão:
Ng também chama atenção para um ponto sensível: gestores muitas vezes avaliam competência por sinais indiretos, como progresso aparente, desenvoltura em reuniões e capacidade de autopromoção.
Ou seja, desempenho real importa, mas a percepção sobre ele pode pesar tanto quanto, especialmente quando o trabalho é difícil de mensurar.
O segundo “C”, segundo Ng, é comprometimento, ou seja, estar presente e disposto a ajudar o time a atingir objetivos, mas sem exagerar a ponto de colocar outros na defensiva. De novo, ele descreve um equilíbrio: não parecer apático por fazer pouco, nem ameaçador por “forçar demais”.
Ele sugere atitudes como:
Ng acrescenta que realidade e percepção nem sempre se alinham: atrasos, dispersão em videochamadas, falta de voluntariado, silêncio excessivo e demora para responder e-mails podem ser suficientes para colocar em dúvida o nível de comprometimento.
O terceiro pilar é compatibilidade: fazer com que as pessoas se sintam confortáveis e queiram estar por perto, sem parecer forçado ou “performático”. Para Ng, isso envolve construir relações e entender o ambiente, sem perder autenticidade.
Ele aponta três caminhos:
Ng ressalta que compatibilidade depende do contexto e de normas, inclusive vieses inconscientes. Ele afirma que pessoas tendem a preferir quem se parece com elas e que isso influencia quem é contratado, promovido e incluído.
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