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Estagiária
Publicado em 9 de fevereiro de 2026 às 15h35.
Em 2022, no auge de uma carreira no Vale do Silício, Pronnoy Goswami precisou responder a uma pergunta que não aparecia em nenhum plano de desenvolvimento profissional: continuar crescendo no ritmo esperado ou reorganizar toda a sua vida para conseguir continuar trabalhando.
Diante do diagnóstico de colite ulcerativa, Pronnoy se viu obrigado a tomar decisões que raramente aparecem nos guias de carreira. Seguir crescendo exigiria não apenas competência técnica, mas a capacidade de sustentar esse crescimento sem comprometer a própria saúde. O sucesso deixou de ser apenas avanço e passou a ser permanência. As informações foram retiradas do Business Insider.
Redefinir sucesso: crescimento sustentável ao invés de velocidade
Ao optar por permanecer em um ambiente corporativo mais estável, mesmo estando cercado pelo ecossistema de startups do Vale do Silício, Pronnoy fez uma escolha que muitos consideram conservadora.
Ele preservou sua capacidade de entrega, manteve relevância profissional e ampliou sua visão sobre o que significa vencer no longo prazo.
Essa lógica se aplica a um número crescente de profissionais que entendem que nem toda oportunidade precisa ser aceita. Em mercados altamente competitivos, dizer “sim” a tudo pode parecer ambição, mas frequentemente se transforma em desgaste, decisões precipitadas e carreiras interrompidas.
As escolhas mais determinantes de uma trajetória profissional raramente acontecem em grandes anúncios ou promoções. Elas surgem em momentos silenciosos: recusar um risco mal calculado, esperar o tempo certo, priorizar consistência em vez de visibilidade.
Carreiras sólidas dependem menos de movimentos espetaculares e mais de decisões coerentes ao longo do tempo. Crescer internamente exige leitura de contexto, preparo contínuo e a capacidade de colocar o negócio à frente da ansiedade individual.
Executivos que chegam ao topo costumam compartilhar um traço comum: a habilidade de equilibrar ambição com responsabilidade. Liderar não é apenas performar bem no curto prazo, mas tomar decisões que preservem a cultura, a reputação e a sustentabilidade do negócio.
Esse tipo de liderança é construído quando o profissional entende que cada escolha cria precedentes. Avançar rápido demais, assumir riscos desalinhados ou priorizar ganhos imediatos pode comprometer oportunidades futuras. No longo prazo, a consistência costuma pesar mais do que velocidade.
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