Carreira

13% dos executivos são pressionados para fraudar resultados

O dado foi apontado por pesquisa do IIA Global, que entrevistou gente de 111 paises

A mentira fez o nariz de Pinóquio crescer

A mentira fez o nariz de Pinóquio crescer

DR

Da Redação

Publicado em 15 de julho de 2013 às 18h16.

São Paulo - Uma pesquisa feita pelo Instituto dos Auditores Internos (IIA Global) com 1.700 profissionais da área em 111 ­países, entre eles Brasil, Estados ­Unidos e Canadá, mostra que 13% dos ­executivos chefes de auditoria sofreram pressão para alterar indevidamente os resultados de seus trabalhos.

Em 21% dos casos, o autor do ­assédio foi o diretor financeiro. O motivo? Não deixar que informações sobre falhas e fraudes cheguem ao topo da empresa.

Acompanhe tudo sobre:ExecutivosAmbiente de trabalhoConflitos profissionaisÉticaEdição 180

Mais de Carreira

Nem toda decisão de CEO é racional: o que a ciência do cérebro ensina sobre liderar

Aos 126 anos, esse colégio se tornou a 1ª escola brasileira com currículo IB em Campinas

O Bradesco rompeu uma tradição de 80 anos. E quem tem 32 de casa precisou aprender a competir

Não adianta ser muito bom tecnicamente': o que a Robert Half avalia em quem quer ser C-level