Redatora
Publicado em 9 de fevereiro de 2026 às 15h41.
A inteligência artificial entrou em uma nova fase. Em 2026, ela já não aparece apenas como uma ferramenta de apoio, mas como parte da engrenagem que faz as empresas funcionarem. Está presente na forma como as equipes trabalham, como decisões são tomadas e como produtos e serviços chegam ao mercado.
Os investimentos seguem crescendo. Segundo estimativas do Goldman Sachs, os gastos globais com IA devem ultrapassar US$ 500 bilhões nos próximos anos. Ainda assim, o principal impacto vai além dos números.
A tecnologia começa a se integrar ao dia a dia das organizações, influenciando modelos de trabalho, estratégias de crescimento e a maneira como empresas competem em diferentes mercados. Informações retiradas da Forbes.
Sistemas de inteligência artificial evoluíram rapidamente. O que antes eram assistentes simples agora se transformou em agentes capazes de organizar tarefas, acompanhar processos e executar atividades com pouca intervenção humana.
Esses sistemas já estão conectados a plataformas corporativas e ajudam a coordenar áreas como atendimento, logística e operações internas. Com isso, o papel das pessoas começa a mudar.
Em vez de executar tarefas repetitivas, profissionais passam a se concentrar mais em definir prioridades, revisar decisões e integrar diferentes áreas do negócio.
Outra mudança importante é o avanço dos aplicativos. São plataformas que reúnem, em um só ambiente, serviços como comunicação, pagamentos, compras e produtividade, todos mediados por inteligência artificial.
Esse modelo, que começou a se consolidar na Ásia, ganha versões adaptadas em outros mercados. Grandes empresas de tecnologia incorporam a IA aos seus próprios ecossistemas, enquanto plataformas regionais apostam em soluções pensadas para o comportamento e o idioma dos usuários locais. A competição deixa de ser apenas por funcionalidades e passa a envolver a experiência completa do usuário.
As tecnologias de mídia generativa estão mudando a forma como as empresas produzem informação. Ferramentas que transformam texto em vídeo, fazem edições automáticas e adaptam conteúdos para diferentes idiomas reduzem prazos e custos.
Com isso, a criação de conteúdo passa a fazer parte dos próprios sistemas de inteligência artificial usados pelas empresas.
Ao mesmo tempo, cresce a necessidade de organizar melhor esses fluxos, garantindo revisão, coerência e qualidade das informações que circulam internamente e chegam ao público.
O avanço da inteligência artificial também acompanha mudanças na economia global. Diferentes regiões investem em infraestrutura própria, como data centers e sistemas de processamento, criando um ambiente mais distribuído.
Para empresas que atuam em vários países, isso significa lidar com regras, expectativas e hábitos diferentes. A estratégia de IA deixa de ser única e passa a considerar características locais, ao mesmo tempo em que mantém uma visão global dos negócios.
De olho em quem deseja ingressar nesse mercado, a EXAME e Saint Paul apresentam o pré-MBA em Inteligência Artificial para Negócios, um treinamento introdutório ao seu curso de pós-graduação, por apenas R$37.
Ao final dos quatro encontros virtuais, que totalizam uma carga horária de três horas, todos os participantes receberão um certificado de conclusão do treinamento assinado pela Saint Paul e EXAME para incluir no currículo.
Veja, abaixo, os principais temas abordados:
Contextualização sobre o cenário atual da IA;
Principais ferramentas e conceitos relacionados à tecnologia;
Estudos de caso de empresas referências no uso da IA;
Principais formas de atuação do especialista em IA;
Como construir um plano de carreira prático.
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