Carreira

As 10 executivas mais poderosas nos EUA, segundo a Fortune

A CEO da IBM, Ginni Rometty, no cargo há menos de um ano, lidera a lista. Indra Nooyi, da PepsiCo, e Meg Whitman, da Hewlett-Packard, fecham o trio mais poderoso dos EUA

Mais uma mulher para o time das CEOs mais poderosas (Divulgação/IBM)

Mais uma mulher para o time das CEOs mais poderosas (Divulgação/IBM)

Camila Pati

Camila Pati

Publicado em 20 de setembro de 2012 às 15h16.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - Virginia Rometty,  que prefere ser chamada de Ginni, é a mulher mais poderosa do mundo dos negócios nos Estados Unidos, de acordo com a revista Fortune.  O ranking com 50 nomes foi divulgado nesta quinta-feira. A versão completa sai no dia 8 de outubro na edição da revista.

A primeira mulher a comandar a IBM, em 100 anos da companhia, tem 55 anos e assumiu o posto em janeiro deste ano.

O trio feminino de maior poder ainda conta com a CEO da PepsiCo, Indra Nooyi, de 56 anos, e Meg Whitman, que comanda Hewlett-Packard e também tem 56 anos.

Meg que era presidente do site de compras E-Bay, é recente no cargo de CEO da gigante da tecnologia. Assumiu o posto em setembro de 2011, em um momento delicado para a empresa e depois de trocas de comando mal-sucedidas.

A executiva número 2 do Facebook, Sheryl Sandberg, considerada a 10ª mulher mais poderosa do mundo de acordo com a revista Forbes, é 8ª neste ranking da Fortune.A ex-Google que, desde julho, é a toda-poderosa do Yahoo!, Marissa Mayer, também está lista. Ocupa a 14ª posição.

Fora dos Estados Unidos, a lista de, no entanto, é liderada por uma brasileira. Logo na sua estreia na lista das mulheres de negócios que não atuam em solo americano, Maria das Graças Foster, presidente da Petrobras, deixou para trás Cynthia Carroll, CEO da britânica Anglo American e Gail Kelly, da australiana West Pac.

Acompanhe tudo sobre:ListasRankingsSucessoMulheresMarissa MayerMulheres executivasExecutivos brasileirosGraça FosterMeg Whitman

Mais de Carreira

Overqualification: 'Meus anos de experiência viraram uma barreira', diz profissional

Vale estudar? Pesquisas apontam salários até 17% maiores para quem participa de formação continuada

Ela é a única servidora pública em uma sala de conselho: ‘Mostro que o setor público tem sua força’

Como a formação continuada pode aumentar seu salário — e o que dizem as pesquisas