Bússola

Um conteúdo Bússola

Empresa de segurança privada investe R$ 3 mi em cibersegurança

Colaboração com empresa global aprimorou a proteção de operações críticas e ativos digitais

Por meio da parceria com a CrowdStrike, a Protege modernizou a plataforma de proteção de endpoint (EDR) e introduziu tecnologias avançadas (Media_Photos/Shutterstock)

Por meio da parceria com a CrowdStrike, a Protege modernizou a plataforma de proteção de endpoint (EDR) e introduziu tecnologias avançadas (Media_Photos/Shutterstock)

Bússola
Bússola

Plataforma de conteúdo

Publicado em 26 de maio de 2026 às 15h00.

A estratégia de negócios do Grupo Protege, empresa de segurança privada com mais de 50 anos de atuação, reconhece a importância da cibersegurança. Nos últimos quatro anos, a empresa triplicou os investimentos no setor.

  • O último investimento foi de R$ 3 mi, representando 15% de todo o orçamento de TI.

O foco na cibersegurança se dá principalmente pela carteira de clientes que atuam no setor financeiro e necessitam de ambiente digital de alta confiança. Desde 2022, a parceria com a CrowdStrike opera com o objetivo de garantir a digitalização segura. 

“Nossas operações utilizam tecnologias como monitoramento remoto, sistemas de gerenciamento de frota e vigilância eletrônica, que dependem diretamente da proteção digital para funcionar com segurança. 

A cibersegurança é um diferencial estratégico que garante que esses sistemas operem de forma confiável, prevenindo ameaças”, afirma Alecsandro Rocha, Gerente de Segurança Corporativa do Grupo Protege. “

Por que a CrowdStrike?

Por meio da parceria com a CrowdStrike, a Protege modernizou a plataforma de proteção de endpoint (EDR) e introduziu tecnologias avançadas para monitoramento e proteção de identidades, reforçando a sua defesa contra ameaças cibernéticas cada vez mais sofisticadas.

A escolha da companhia se deu acima de tudo pela sua liderança global e pela plataforma unificada “Falcon”, que responde aos desafios de interoperabilidade e resiliência dos sistemas críticos do Grupo Protege. 

"A colaboração com a CrowdStrike nos permite modernizar nossa defesa de endpoints e incorporar o monitoramento avançado de identidades, aspectos essenciais para nossa resiliência cibernética", diz Ivan Burti, Gerente de Segurança da Informação do Grupo Protege.

O que foi modernizado?

O grupo adota uma série de módulos da plataforma Falcon, incluindo segurança de endpoint, gerenciamento de exposição, e, mais recentemente, caça a ameaças (threat hunting), resposta a incidentes e segurança de identidade de próxima geração. 

Um benefício tangível já observado foi a atuação do serviço Falcon Adversary OverWatch, que se mostrou fundamental na rápida detecção e contenção de incidentes, minimizando impactos e garantindo a continuidade das operações. 

  • O Overwatch é um serviço de busca de ameaças 24 horas por dia, 7 dias por semana, com IA e baseado em inteligência na plataforma CrowdStrike Falcon e em dados de fontes terceiras.

A colaboração estratégica incluiu também o aprimoramento de equipes internas, com a realização de uma sessão de simulação de resposta a incidentes que reuniu profissionais de TI e da operação de segurança corporativa, fortalecendo os processos de detecção e resposta a incidentes.

“A adoção acelerada de IA dentro do Grupo Protege apresenta novos desafios de governança e segurança. Nosso foco é equilibrar inovação e proteção, mitigando riscos sem comprometer a evolução tecnológica, e a cibersegurança é um fator chave nesse contexto”, conclui , Burti.

 

Acompanhe tudo sobre:cibersegurança

Mais de Bússola

6 estratégias para empresas que precisam ‘decolar’ no 2º semestre

Superando a síndrome do impostor antes de ela se tornar um problema de gestão

A nova NR-1 interfere no modelo de trabalho híbrido?

Líderes desesperados podem elevar demissões em até quatro vezes