Por meio da parceria com a CrowdStrike, a Protege modernizou a plataforma de proteção de endpoint (EDR) e introduziu tecnologias avançadas (Media_Photos/Shutterstock)
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Publicado em 26 de maio de 2026 às 15h00.
A estratégia de negócios do Grupo Protege, empresa de segurança privada com mais de 50 anos de atuação, reconhece a importância da cibersegurança. Nos últimos quatro anos, a empresa triplicou os investimentos no setor.
O foco na cibersegurança se dá principalmente pela carteira de clientes que atuam no setor financeiro e necessitam de ambiente digital de alta confiança. Desde 2022, a parceria com a CrowdStrike opera com o objetivo de garantir a digitalização segura.
“Nossas operações utilizam tecnologias como monitoramento remoto, sistemas de gerenciamento de frota e vigilância eletrônica, que dependem diretamente da proteção digital para funcionar com segurança.
A cibersegurança é um diferencial estratégico que garante que esses sistemas operem de forma confiável, prevenindo ameaças”, afirma Alecsandro Rocha, Gerente de Segurança Corporativa do Grupo Protege. “
Por meio da parceria com a CrowdStrike, a Protege modernizou a plataforma de proteção de endpoint (EDR) e introduziu tecnologias avançadas para monitoramento e proteção de identidades, reforçando a sua defesa contra ameaças cibernéticas cada vez mais sofisticadas.
A escolha da companhia se deu acima de tudo pela sua liderança global e pela plataforma unificada “Falcon”, que responde aos desafios de interoperabilidade e resiliência dos sistemas críticos do Grupo Protege.
"A colaboração com a CrowdStrike nos permite modernizar nossa defesa de endpoints e incorporar o monitoramento avançado de identidades, aspectos essenciais para nossa resiliência cibernética", diz Ivan Burti, Gerente de Segurança da Informação do Grupo Protege.
O grupo adota uma série de módulos da plataforma Falcon, incluindo segurança de endpoint, gerenciamento de exposição, e, mais recentemente, caça a ameaças (threat hunting), resposta a incidentes e segurança de identidade de próxima geração.
Um benefício tangível já observado foi a atuação do serviço Falcon Adversary OverWatch, que se mostrou fundamental na rápida detecção e contenção de incidentes, minimizando impactos e garantindo a continuidade das operações.
A colaboração estratégica incluiu também o aprimoramento de equipes internas, com a realização de uma sessão de simulação de resposta a incidentes que reuniu profissionais de TI e da operação de segurança corporativa, fortalecendo os processos de detecção e resposta a incidentes.
“A adoção acelerada de IA dentro do Grupo Protege apresenta novos desafios de governança e segurança. Nosso foco é equilibrar inovação e proteção, mitigando riscos sem comprometer a evolução tecnológica, e a cibersegurança é um fator chave nesse contexto”, conclui , Burti.