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Águas do Rio investe R$ 2,7 bi para recuperar Baía de Guanabara

Empresa prevê recuperação ambiental do cartão-postal carioca nos cinco primeiros anos da concessão

Neste mês, a concessionária Águas do Rio, do grupo Aegea, assinou contrato com o governo do estado para cuidar do saneamento público de 26 cidades, do centro, zona norte e sul da capital, por 35 anos. E prevê recuperação ambiental da Baía de Guanabara.

O evento foi no Pão de Açúcar, tendo como cenário o cartão-postal que será recuperado: a Baía de Guanabara.

Mas por que as pessoas deveriam acreditar que agora será diferente? Para o presidente da Águas do Rio, Alexandre Bianchini, há vários motivos. Agora há um contrato de concessão definindo os investimentos e foram designados 2,7 bilhões de reais apenas para esta missão.

"A Águas do Rio escolheu este desafio, ao arrematar os blocos 1 e 4 do leilão, composto pelas cidades que abraçam a baía. Vamos fazer a nossa parte, estancando o despejo de esgoto in natura na Baía de Guanabara. Mas queremos trazer toda a sociedade para este movimento de resgate da baía, pois é fundamental o cuidado com o manejo do lixo urbano e o controle do uso do solo, ações de responsabilidade das prefeituras, por exemplo", afirma.

A estratégia da empresa é construir coletores de esgoto ao redor da baía, formando um “cinturão”, que levará o resíduo para as 24 Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) que ficam ao redor da baía, onde será tratado antes de ser devolvido à natureza.

“Faremos investimentos importantes nestas ETEs para que funcionem com capacidade plena”, declara o executivo.

Segundo o CEO da Aegea, Radamés Casseb, a estratégia estava desenhada desde antes do leilão.

“Fomos para a disputa sabendo que a nossa prioridade era abraçar a Baía de Guanabara. A recuperação ambiental desse ativo será um cartão de visitas da companhia. A aprovação do marco do saneamento está aquecendo o setor privado, e nós pretendemos manter a liderança dessa agenda responsável pela transformação ambiental do país todo”, afirma Casseb.

O investimento da empresa nesta concessão será de 24,4 bilhões de reais, além dos 15,4 bilhões investidos para pagar a outorga e dos 2,7 bilhões específicos para a baía, conforme determina o contrato de concessão. A companhia prevê melhorias no sistema de coleta de esgoto e regularidade no abastecimento de água para cerca de 10 milhões de pessoas, residentes em 26 municípios, mais 124 bairros da capital.

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