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Petrobras está monitorando estoque de combustíveis para virada de ano, diz Prates

O parlamentar é coordenador do subgrupo de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do GT e é cotado para assumir o comando da estatal no governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

 (Marcos Oliveira/Agência Senado)

(Marcos Oliveira/Agência Senado)

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Estadão Conteúdo

6 de dezembro de 2022, 06h49

Em reunião com representantes do grupo técnico de Minas e Energia do governo de transição nesta segunda-feira, 5, a Petrobras garantiu que está monitorando o estoque operacional de combustíveis para o fim do ano. Um novo encontro para debater a política de desinvestimentos e o plano estratégico da empresa está previsto para a terça-feira, 6.

"Teremos um inverno rigoroso e crise de preços na Europa. A Petrobras afirmou que está monitorando e tomando providências em relação ao estoque nacional de combustíveis para esse período", disse o senador Jean Paul Prates (PT-RN), em nota.

O parlamentar é coordenador do subgrupo de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do GT e é cotado para assumir o comando da estatal no governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Também esteve em discussão a política de preços de paridade internacional (PPI), o acordo da Petrobras com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que levou à venda refinarias da estatal, além das políticas de refino, abastecimento e logística da empresa.

Esse foi o primeiro encontro presencial do GT de Minas e Energia com representantes da Petrobrás.

Em entrevista a jornalistas, Prates afirmou que a nova gestão poderá alterar o plano estratégico da empresa, aprovado na semana passada. O parlamentar defendeu que a estatal não pode ficar "só extraindo petróleo do pré-sal e distribuindo dividendos".

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