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No WhatsApp, caminhoneiros dizem que greve está longe do fim

Depois da dimensão que a greve tomou nos últimos dias, os motoristas acreditam que podem mudar o rumo do país.

Caminhoneiros fazem protesto contra a alta no preço dos combustíveis na Esplanada dos Ministérios (Antonio Cruz/Agência Brasil)

Caminhoneiros fazem protesto contra a alta no preço dos combustíveis na Esplanada dos Ministérios (Antonio Cruz/Agência Brasil)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 27 de maio de 2018 às 16h19.

Última atualização em 27 de maio de 2018 às 16h23.

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São Paulo - A liberação de alguns trechos de estradas, como em São Paulo, está longe de significar o fim da greve. Nos grupos de WhatsApp dos caminhoneiros, a ordem é manter a paralisação, pelo menos, até terça-feira, 29. Por ora, a maioria concordou em liberar as estradas e continuarem estacionados em pontos estratégicos.

Mas, nas últimas postagens, lideranças dos caminhoneiros começam a organizar novas paralisações a partir de amanhã, às 8 horas. Num vídeo que está circulando nos grupos de WhatsApp, representantes chamam, além dos caminhoneiros, veículos de passeio para parar as BRs. Além disso, uma manifestação em pontos estratégicos das principais capitais também está sendo organizada.

Pelo tom das conversas, as reivindicações vão além do problema do preço do diesel. Depois da dimensão que a greve tomou nos últimos dias, os motoristas acreditam que podem mudar o rumo do País. Cada um tem uma tese, mas todos apostam no força do exército como aliada e na intervenção militar como solução para os problemas do País.

Alguns vídeos mostram a atuação dos soldados acionados para liberar as estradas. Eles são recepcionados com palmas e continência pelos caminhoneiros, que prometem manter um protesto pacífico, o que é apoiado pelos soldados. Em outros vídeos, a polícia militar também demonstra apoio aos grevistas.

 

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