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Na CPI da Petrobras, líderes reforçam apoio a Cunha

Até o PT saiu em defesa do parlamentar


	Cunha: ele foi incluído na lista de investigados da Operação Lava Jato
 (Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr/Fotos Públicas)

Cunha: ele foi incluído na lista de investigados da Operação Lava Jato (Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr/Fotos Públicas)

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Da Redação

Publicado em 12 de março de 2015 às 13h44.

Brasília - Líderes partidários que acompanharam na manhã desta quinta-feira, 12, o depoimento do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), à CPI da Petrobras manifestaram apoio para que o peemedebista continue no comando da Casa.

Até o PT saiu em defesa do parlamentar, que foi incluído na lista de investigados da Operação Lava Jato.

O líder do PT na Câmara, Sibá Machado (AC), disse que não há razão para acusá-lo agora, que a judicialização é muito prejudicial para a disputa política e que a divulgação do nome dos envolvidos é "extremamente maldoso para a imagem das pessoas".

"Expresso em nome do meu partido esse respaldo no sentido de que continue presidindo a Câmara com independência e autonomia", reforçou.

Os líderes Maurício Quintella Lessa (PR-AL), Mendonça Filho (DEM-PE) e André Moura (PSC-SE) disseram ter "total confiança" em Cunha para que ele continue exercendo suas funções e sugeriram que ele é vítima de "intimidação".

"Vossa Excelência não é um deputado, Vossa Excelência representa o Parlamento e ocupa o terceiro cargo da República", exaltou Mendonça.

Ao elogiar a vinda espontânea de Cunha, o deputado Aluísio Mendes (PSDC-MA) disse que ele sai dessa sessão politicamente "maior".

"O senhor é mais presidente dessa Casa do que à véspera dessa lista", emendou o líder da minoria, Bruno Araújo (PSDB-PE).

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