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Ministro defende equilíbrio nas formas de contratação em reforma

Ministro do Planejamento afirmou que o governo está atento ao fato de que foram incluídos diversos dispositivos no relatório da reforma

Dyogo Oliveira: ministro afirmou que o equilíbrio sobre as formas de contratações é necessário para que não haja incentivo a um tipo ou outro "que venha contribuir de forma negativa ao equilíbrio das contas públicas" (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Dyogo Oliveira: ministro afirmou que o equilíbrio sobre as formas de contratações é necessário para que não haja incentivo a um tipo ou outro "que venha contribuir de forma negativa ao equilíbrio das contas públicas" (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

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Reuters

Publicado em 24 de abril de 2017 às 12h14.

Brasília - O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, destacou nesta segunda-feira a necessidade de haver equilíbrio no tratamento das diversas forma de contratação na reforma trabalhista que deve ser votada esta semana.

Em evento em Brasília, Dyogo afirmou a jornalistas que o governo está atento ao fato de que foram incluídos diversos dispositivos no relatório da reforma, e que o equilíbrio sobre as formas de contratações é necessário para que não haja incentivo a um tipo ou outro "que venha contribuir de forma negativa ao equilíbrio das contas públicas".

A expectativa é de que o relatório da reforma trabalhista seja votado em comissão especial da reforma na Câmara na terça-feira e no plenário na quarta-feira.

Na semana passada, a Câmara dos Deputados aprovou requerimento para conferir regime de urgência à reforma trabalhista, depois de o governo ter fracassado um dia antes em aprovar requerimento semelhante.

A reforma trabalhista é tida como prioritária para o governo e também servirá de termômetro do comportamento da base, um teste, para a votação da reforma da Previdência.

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