Ministério Público cobra prefeituras sobre falta de oxigênio no Pará

Procuradores pedem informações urgentes sobre nível de estoque de oxigênio e taxa de lotação das UTIs

Diante da iminência da falta de oxigênio medicinal em cidades do Pará próximas à fronteira com o Amazonas, o que acabou se concretizando no final de semana e nesta segunda, dia 18, o Ministério Público Federal (MPF) requisitou na sexta, dia 15, uma série de informações às prefeituras e aos hospitais locais. A lista inclui dados precisos sobre o nível de estoque do insumo, a taxa de ocupação de leitos de UTI e a fila de espera por atendimento.

Preocupado com a situação dos centros de saúde no Pará, o MPF também pediu um detalhamento sobre medidas preventivas contra o agravamento da pandemia na região, "sobretudo para evitar o rápido esgotamento da capacidade de atendimento dos serviços de saúde, como o que ocorre em Manaus", disse o órgão em comunicado.

Os ofícios foram enviados às prefeituras de Santarém e de municípios da região de Itaituba. Os hospitais regionais do Baixo Amazonas, em Santarém, e do Tapajós, em Itaituba, também receberam as notificações.

O prazo dado para a resposta termina nesta quarta, dia 20. Caso os dados não sejam enviados ou forem insatisfatórios, o MPF vai estudar que medidas deverá tomar. Pode ser pedida uma abertura de investigação sobre o colapso na saúde pública, por exemplo.

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