Brasil

Mendes critica vazamento de informações de processos do STF

O ministro disse ainda que “quem estiver fazendo isto [vazamento] está cometendo crime”


	Gilmar Mendes: o ministro disse ainda que “quem estiver fazendo isto [vazamento] está cometendo crime”
 (Elza Fiúza/ABr/Fotos Públicas)

Gilmar Mendes: o ministro disse ainda que “quem estiver fazendo isto [vazamento] está cometendo crime” (Elza Fiúza/ABr/Fotos Públicas)

DR

Da Redação

Publicado em 7 de junho de 2016 às 16h05.

Brasília - O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou hoje (7) o vazamento de informações de processos que tramitam de forma oculta na Corte.

Sem citar especificamente nenhum processo, o ministro disse que os vazamentos têm ocorrido e que são um abuso de autoridade.

“Na verdade tem ocorrido, vamos dizer claramente, e aconteceu inclusive em processo de minha relatoria. Processos ocultos, que vêm como ocultos, e que vocês já sabem, são divulgados no Jornal Nacional antes de chegar ao meu gabinete. Isso tem ocorrido e precisa ter cuidado, porque é abuso de autoridade”, afirmou o ministro aos jornalistas pouco antes do início da sessão de uma das turmas do STF.

“É preciso ter muito cuidado com isso e os responsáveis têm de ser chamados às falas. Não se pode brincar com esse tipo de coisa. ‘Ah, é processo oculto’. Pede-se sigilo, mas divulga-se para a imprensa que tem o processo aqui ou o inquérito. Isso é algo grave. Não se pode cometer esse tipo de... isso é uma brincadeira com o Supremo. É preciso repudiar isso de maneira muito clara”, acrescentou.

Gilmar Mendes disse ainda que “quem estiver fazendo isto [vazamento] está cometendo crime.”

Acompanhe tudo sobre:Supremo Tribunal Federal (STF)

Mais de Brasil

Senado aprova MP que estabelece piso salarial dos professores da educação básica

Tarcísio diz que Flávio Bolsonaro precisa explicar suas relações com Daniel Vorcaro

'Não precisamos de outro Bolsonaro contra o Brasil nos EUA', diz Alckmin sobre Flávio em Washington

Escala 6x1: Governo flexibilizou controle de jornada acima de R$ 21 mil para fechar acordo com Motta