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Meio ambiente: deputado Rodrigo Agostinho presidirá Ibama

Em nota divulgada neste sábado, 14, a pasta informa que o parlamentar foi escolhido pela "sólida formação técnica e destacada atuação na área ambiental"

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 14 de janeiro de 2023 às 18h38.

O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima confirmou que o deputado federal Rodrigo Agostinho (PSB-SP) assumirá a presidência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), conforme antecipou a reportagem.

Em nota divulgada neste sábado, 14, a pasta informa que o parlamentar foi escolhido pela "sólida formação técnica e destacada atuação na área ambiental".

Agostinho, cujo mandato se encerra em janeiro, é biólogo, ambientalista e advogado. Ele foi membro titular do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) por mais de 10 anos e é membro da Comissão Mundial de Direito Ambiental da União Internacional de Conservação da Natureza (IUCN).

Foi gerente executivo do Instituto Arapyaú (2016-2018) e é ex-prefeito de Bauru (SP). Como deputado coordenou a Frente Parlamentar Ambientalista do Congresso Nacional por três anos consecutivos.

Agostinho disse que será preciso reconstruir o órgão. "Após tantas perseguições, assédios e erros estratégicos, vamos exercer a racionalidade.

Nosso trabalho terá como foco prioritário o combate ao desmatamento; o fortalecimento da gestão pública socioambiental; a modernização das nossas estruturas e a defesa intransigente do meio ambiente equilibrado", afirmou na nota.

À reportagem, o deputado informou que está "ajudando" informalmente na reestruturação do instituto atuando na elaboração de diagnóstico e planejamento do órgão. "O ato formal de posse será apenas no fim do mês com o encerramento do meu mandato", antecipou. Interinamente, o servidor e analista ambiental Jair Schmitt comanda o Ibama.

O MMA anunciou também que Edel Moraes será a secretária de Desenvolvimento Rural Sustentável da pasta.

De acordo com o ministério, Moraes é pertencente a comunidades extrativistas do Pará e foi a primeira mulher a ser vice-presidente do Conselho Nacional das Populações Extrativista (CNS). Ela é vice-presidente do Memorial Chico Mendes e doutoranda no Centro de Desenvolvimento Sustentável, além de ser especialista em Educação do Campo, Desenvolvimento e Sustentabilidade.

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