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Funcionários do IBGE aderem à greve geral contra reformas

O IBGE divulgou hoje dados de desemprego, com entrevista coletiva à imprensa

IBGE: (Divulgação/IBGE/Divulgação)

IBGE: (Divulgação/IBGE/Divulgação)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 28 de abril de 2017 às 11h15.

Rio - Funcionários do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aderiram ao movimento de paralisações contra as reformas trabalhista e previdenciária, que afeta o funcionamento dos meios de transporte na região metropolitana do Rio de Janeiro.

Em nota, a ASSIBGE, associação que representa os servidores do órgão, informou que seus núcleos em diversos Estados aprovaram adesão à greve desta sexta-feira, 28.

Na sede do IBGE, onde foi realizada entrevista coletiva à imprensa de divulgação da Pnad Contínua Mensal, que mede a taxa de desemprego do País mês a mês, havia pouco movimento mais cedo no período da manhã.

Os portões da sede estavam fechados antes das 9 horas, mas funcionários e jornalistas conseguiam entrar sem problemas.

"Além da pauta geral da greve, os trabalhadores do IBGE devem agregar suas reivindicações específicas, entre elas a reestruturação de seu plano de carreira e o combate à precarização do IBGE", diz a nota da ASSIBGE.

Segundo a associação, aderiram à greve os núcleos de representação nos seguintes Estados: Rio (cinco unidades), Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina, Paraíba, Piauí, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Maranhão, Alagoas, Pará, Amazonas e Roraima. Na nota, a ASSIBGE diz que aguarda informes de mais assembleias de servidores.

"Só a força popular pode mudar o cenário político e social do país, exigindo a retirada dos projetos das reformas trabalhista e previdenciária no Congresso Nacional. E como sempre o fizeram, os trabalhadores do IBGE mais uma vez são chamados a darem a sua contribuição", diz a nota da ASSIBGE.

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