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Fifa investiga México por alegadas ofensas homofóbicas

Torcedores da seleção do país teriam dirigido gritos homofóbicos contra o goleiro de Camarões


	Goleiro do Camarões, Charles Itandje, reage a gol anulado do jogador do Giovani dos Santos, do México 
 (Reuters/Jorge Silva)

Goleiro do Camarões, Charles Itandje, reage a gol anulado do jogador do Giovani dos Santos, do México  (Reuters/Jorge Silva)

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Da Redação

Publicado em 19 de junho de 2014 às 16h42.

Rio de Janeiro - O <strong><a href="https://exame.com.br/topicos/mexico">México</a></strong> está sob investigação da <strong><a href="https://exame.com.br/topicos/fifa">Fifa</a></strong> por suspeitas de que torcedores da seleção do país dirigiram gritos homofóbicos contra o goleiro de <strong><a href="https://exame.com.br/topicos/camaroes">Camarões</a></strong> Charles Itandje durante a partida entre as duas equipes na <strong><a href="https://exame.com.br/topicos/copa-do-mundo">Copa do Mundo</a></strong> na sexta-feira. A entidade que gerencia o futebol mundial informou que foi aberto um procedimento disciplinar contra o México por "conduta imprópria" durante a vitória por 1 x 0 sobre a equipe africana pelo Grupo A do Mundial.</p>

Torcedores mexicanos tradicionalmente insultam o goleiro rival quando ele vai cobrar um tiro de meta, o que alguns grupos de defesa dos direitos dos gays afirma ser homofóbico.

O Fare, um grupo que faz campanha anti-discrimação, disse ter contatado a Fifa sobre quatro incidentes envolvendo racismo ou homofobia na Copa do Mundo, incluindo os gritos no jogo entre México e Camarões.

Uma porta-voz da Fifa disse que nenhum outro procedimento disciplinar foi aberto até o momento.

Piara Powar, diretor-executivo da Fare, disse que o grupo informou à Fifa sobre cartazes mostrando símbolos da extrema direita ou mensagens de torcedores da Croácia e da Rússia durante a Copa no Brasil.

Powar disse que o quarto incidente está relacionado aos mesmos gritos feitos por torcedores mexicanos na partida contra o Brasil, que foram copiados pelos torcedores do time da casa.

"Isso é algo que realmente sentimos que precisávamos chamar a atenção da Fifa", disse Powar.

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